Publicado em 20 January 2010 por Minas em Pauta
Publicado em 26 August 2009 por Minas em Pauta
O Governo Aécio Neves em ação corrdenada pelo Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), através do Instituto de Laticínios Cândido Tostes, deu início à produção de um diagnóstico ambiental inédito na região da Serra da Canastra para verificar se os resíduos sólidos e líquidos gerados durante a fabricação do queijo Minas Artesanal têm destinação correta. O projeto conta com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig) e pretende levantar informações para a elaboração de um modelo de gestão que irá orientar os produtores, em conformidade com a legislação específica, visando minimizar os possíveis impactos ambientais.
A intenção é identificar os tipos de resíduos gerados no processo de fabricação e verificar o manejo desses materiais. Para isso, uma equipe de pesquisadores da Epamig selecionou seis queijarias que servirão de base para a apuração de dados. Segundo informações da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (2004), a região da Serra da Canastra possui aproximadamente dois mil produtores familiares de queijo artesanal, com produção estimada em 4,4 mil toneladas/ano.
Na primeira visita à região, no município de Medeiros, os pesquisadores iniciaram a aplicação de questionários para avaliar o perfil dos produtores. Na segunda etapa, prevista para setembro, serão coletados os efluentes gerados durante a fabricação, em épocas de seca e de chuva. A análise físico-química do material, que irá indicar o potencial poluidor, será realizada nos laboratórios do Instituto de Laticínios Cândido Tostes.
Os resíduos líquidos podem ser soro, água de lavagem do queijo, detergente, resíduos do leite e salmoura; já os sólidos são constituídos por embalagens danificadas, plástico e papelão lançados no ambiente, explica a pesquisadora Claudety Saraiva. “A partir desse diagnóstico, vamos propor sistemas adequados de manejo de resíduos, indicando, por exemplo, a reciclagem no caso dos sólidos. Nosso objetivo é transmitir informações com a finalidade de educar para as questões ambientais”, ressalta.
A pesquisa está prevista para ser concluída em até dois anos.
Publicado em 29 July 2009 por Minas em Pauta
A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado de Minas Gerais (Epamig), por meio do Instituto de Laticínios Cândido Tostes (ILCT), deu início à primeira etapa do projeto de pesquisa que prevê o aproveitamento do soro do queijo de coalho na elaboração de bebidas lácteas fermentadas e não fermentadas, desenvolvido junto à comunidade rural da região de Lemos do Prado, no Vale do Jequitinhonha. O objetivo do Governo Aécio Neves é introduzir a fabricação de bebidas lácteas junto aos cerca de mil produtores locais, como nova opção para alavancar a economia da região.
O pesquisador responsável pelo projeto, Junio César Jacinto de Paula, já efetuou a instalação de equipamentos na unidade modelo do laticínio, implantada na Fazenda Experimental de Acauã, que pertence à Epamig, e realizou a primeira reunião com técnicos da Empresa – regional de Capelinha -, que farão a difusão da nova tecnologia para os produtores.
A unidade modelo instalada pelo ILCT em Acauã já prevê a produção de queijo de coalho e manteiga de garrafa, cuja tecnologia de fabricação foi adaptada às condições da agroindústria familiar local. “Pretendemos agora mostrar aos produtores que o soro extraído dos produtos lácteos fabricados no laticínio, que é considerado resíduo, é rico em proteínas e vitaminas e pode ser aproveitado para ampliar a renda familiar”, explica Junio de Paula. Leia mais