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Ação da Cemig e do Governo Anastasia utilizará complexo do Mineirão para gerar energia

Publicado em 27 May 2010 por Minas em Pauta

Fonte: Paula Takahashi – Estado de Minas

Radiação solar vai transformar Mineirão e Mineirinho em usinas geradoras de energia

A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), empresa sonb a administração do Governo Antonio Anastasia, já tem em mãos o estudo de viabilidade elaborado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) para transformar, até dezembro de 2012, o estádio Mineirão e o ginásio Mineirinho em usinas geradoras de energia elétrica à base de radiação solar. A previsão é de que sejam investidos 12,5 milhões de euros, o equivalente a R$ 28,4 milhões, de acordo com câmbio de quarta-feira. Somente o Mineirão terá capacidade instalada de cerca de 1 mil kW (quilowatt) e produção de 1,2 mil mWh (megawatt/hora), o suficiente para iluminar 800 residências. Se somada à capacidade do Mineirinho, o volume pode chegar a 2 mil kW e uma produção capaz de gerar energia para cerca de 1,5 mil casas.

O próximo passo é estruturar o projeto com a definição, entre outros pontos, da capacidade e custo da energia que será gerada e impacto sobre o leiaute do estádio. A Cemig prevê que, até o fim de julho, esta etapa já tenha sido concluída para o Mineirão, enquanto solução semelhante está em avaliação para o Mineirinho.A partir daí, será planejado o lançamento dos editais para licitação. “Até o fim de setembro, soltaremos as especificações para publicação de edital e escolha das empresas que vão colocar o projeto em prática”, antecipa o gestor de projetos de energias renováveis da Cemig, Alexandre Heringer Lisboa. A radiação solar será captada por painéis fotovoltáicos, base da energia elétrica gerada pela central. Toda a produção será enviada para subestação já existente no Mineirão e jogada na rede da Cemig para comercialização, não sendo utilizada exclusivamente para suprir a demanda dos estádios. Uma parte do que for gerado será destinada ao Mineirão como carga de emergência em casos de falta de energia. “Para a Copa do Mundo, vamos garantir 100% do fornecimento de energia”, afirma Heringer.

A montagem dos equipamentos, parte mais cara do investimento, deve levar cerca de dois meses, mas há uma série de providências a serem tomadas para que a usina fique pronta até 2012. A intenção é de que o estádio esteja preparado para receber a Copa das Confederações já em 2013.

Do total de investimentos, 10 milhões de euros serão liberados por meio de linha de crédito já aberta pelo banco de fomento alemão KFW em setembro do ano passado, dentro do acordo de cooperação técnica Brasil-Alemanha. O restante será viabilizado pela estatal mineira. Os recursos também têm como objetivo garantir melhoria da eficiência energética nos estádios, que envolve, entre outras medidas, projetos de iluminação, refrigeração das cabines e áreas vips e aquecimento da água nos vestiários.

Termelétrica

A instituição financeira alemã, juntamente com a GTZ, agência germânica de desenvolvimento, visitou o Brasil em junho do ano passado para conhecer os estádios e projetos já desenvolvidos pela Cemig, como o caso da termelétrica montada no câmpus 2 do Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet), na época em testes.

Foi da Alemanha que veio a inspiração para implantar o modelo de uma central geradora de energia a partir dos raios do sol no Mineirão e no Mineirinho. O sistema já foi implantado nos estádios da cidade alemã de Freiburg, considerada a capital solar do país, e de Berna, na Suíça. Heringer havia visitado os dois estádios solares em abril do mesmo ano, quando os primeiros contatos com o KFW e a GTZ foram feitos.

O projeto, previsto inicialmente para Minas, pode ser estendido ao Maracanã, estádio do Rio de Janeiro, que receberá a final dos jogos da Copa do Mundo de 2014. “Como a Light faz parte do grupo da Cemig e será responsável pelo suprimento de energia do estádio, estamos tentando viabilizar esse projeto para instalar uma usina semelhante a do Mineirão no Maracanã”, explica Alexandre Heringer.

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Consumidor de energia elétrica paga mais caro por causa de subsídio do Governo Federal

Publicado em 26 May 2010 por Minas em Pauta

Fonte: Leila Coimbra – Folha de São Paulo

Subsídio a usina poluente afeta valor de conta de luz

Termelétricas da Amazônia recebem ajuda que pode chegar a R$ 6 bilhões

Nova lei que financia luz em áreas remotas embute mais gastos e até perdas com ICMS para Estados do Norte

O consumidor de energia irá pagar pelo menos R$ 6 bilhões além do previsto nos próximos quatro anos para bancar a operação de térmicas poluentes, movidas a óleo, na Amazônia.

Somente para este ano a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) calcula em R$ 4,7 bilhões o valor do subsídio, praticamente o dobro da previsão do ano passado, de R$ 2,4 bilhões.

O custo é relativo à produção de eletricidade nas áreas isoladas do país, sem acesso à rede de transmissão nacional, cuja operação é muito cara e precisa ser subsidiada.

O encargo, chamado de Conta de Consumo de Combustíveis (CCC), é repassado às tarifas e já teve peso relevante nos reajustes realizados neste ano.

Em alguns casos, como o da AES Sul (RS), chegou a impactar em quase quatro pontos percentuais a tarifa, reajustada em abril.

Os clientes teriam uma redução média de 5,15% nas contas de energia se não houvesse a necessidade de custear as termelétricas, em vez da queda de 1,76% registrada nos preços.

Na Cemig, concessionária mineira de eletricidade, a proposta da Aneel foi de uma redução média de 0,77%. Sem o subsídio, essa queda seria de 4,03%.

“As pessoas não se deram conta do impacto do subsídio porque os reajustes vieram muito baixos neste ano, até com percentuais negativos. Mas o peso desse encargo foi significativo” diz Fernando Umbria, técnico da Abrace (Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia).

Na CPFL, que atua no interior de São Paulo, a queda dos valores das contas de eletricidade autorizada pela Aneel foi de 5,04%, mas poderia ter sido de 8,78%.

A CCC existe para que regiões remotas do país tenham acesso à luz elétrica. Essas regiões respondem por apenas 3% do mercado em volume, mas abrangem 45% do território nacional.

CONTA MAIOR

Em dezembro de 2009, a aprovação da medida provisória 466 (transformada na lei 12.111), elevou o valor desta conta em pelo menos mais R$ 6 bilhões até 2013, segundo a Abrace. Estudo da consultoria PSR aponta alta de R$ 8,7 bilhões.

Antes da lei 12.111, a CCC cobria apenas a compra do óleo combustível para as usinas. Mas a nova legislação embutiu no encargo todo o custo da operação, mais a remuneração do investimento, a depreciação, as despesas com pessoal, transporte e armazenagem do óleo e os custos de manutenção, além dos encargos setoriais.

Compensações de perdas de ICMS para os Estados do Norte também foram incluídas na lei.

Antes disso, toda essa operação era deficitária, e os prejuízos, arcados pela Eletrobras, que controla as concessionárias que atuam na região: Eletronorte, Ceron (RO), Amazonas Energia (AM), Boa Vista Energia (RR) e Eletroacre (AC). Com a mudança, o prejuízo dessa operação foi transferido para os consumidores brasileiros.

Por meio de nota, a Eletrobras disse que a lei não aumentará o valor do encargo.

A mesma nota também afirma que a produção é deficitária e que causa prejuízos para as suas subsidiárias, impactando no resultado da holding.

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Governador Antonio Anastasia reduz ICMS do etanol

Publicado em 17 May 2010 por Minas em Pauta

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Antonio Anastasia autoriza ligação do Luz para Todos

Publicado em 17 May 2010 por Minas em Pauta

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Antonio Anastasia diminui ICMS do etanol e combustível pode ficar mais barato

Publicado em 14 May 2010 por Minas em Pauta

Anastasia reduz imposto do álcool

Se aprovada, a medida passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2011
Fonte: Zu Moreira – Jornal O Tempo

O governo estadual enviou ontem à Assembleia Legislativa de Minas Gerais projeto de lei que reduz de 25% para 22% a alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do álcool combustível. Caso seja aprovada, a medida passa a valer a partir de 1º de janeiro do ano que vem. Para compensar a perda de arrecadação, o Estado propõe no mesmo projeto o aumento do ICMS da gasolina de 25% para 27%.

O setor sucroalcooleiro sempre reclamou do imposto elevado. Em São Paulo, por exemplo, é de 12%. Apesar da redução pequena, o presidente do Sindicato da Indústria do Álcool de Minas Gerais (Siamig), Luiz Custódio Cotta Martins, aprovou. “Foi uma medida para beneficiar o consumidor, sem prejudicar a arrecadação”, disse.

Já o presidente do sindicato dos postos (Minaspetro), Paulo Miranda, acredita que os consumidores de gasolina ficarão prejudicados, já que o combustível vai subir. “Vamos conversar com o governo para que ele mantenha a alíquota nos atuais 25%”, afirmou.

De acordo com o executivo, a alteração das alíquotas do ICMS sobre os combustíveis atende à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que exige contrapartida para a queda da arrecadação. Em nota, o governo explica que “a elevação da alíquota da gasolina em dois pontos percentuais, portanto, vai compensar a redução dos três pontos percentuais no ICMS do etanol”.

O governador Antonio Anastasia acredita que o projeto será aprovado pelos deputados “sem dificuldades”. Ele tem que sancionar a nova lei até outubro para que ela passe a vigorar no início do próximo ano.

A expectativa é de que o álcool fique mais competitivo e mais vantajoso no Estado. Isso acontece quando o combustível custa 70% do valor da gasolina. (Com Helenice Laguardia e Ana Paula Pedrosa)

Para entender

Fevereiro: o setor enviou ao governo estudo solicitando a redução da alíquota de ICMS do álcool
Ontem: o governador enviou projeto de lei alterando as alíquotas do ICMS
O que muda: a alíquota do álcool passa de 25% para 22%. A da gasolina sobe de 25% para 27%
Quando: os deputados têm até outubro para avaliar o projeto. Se for aprovada, a medida passa a valer em 1º de janeiro de 2011


Consumidor

Preço na bomba pode cair 10%
O presidente do Sindicato da Indústria do Álcool de Minas Gerais (Siamig), Luiz Custódio Cotta Martins, disse que o maior beneficiado será o consumidor. Segundo ele, se a medida passasse a vigorar imediatamente, o álcool, que hoje custa 72% do valor da gasolina, passaria a custar 65%. Como o preço médio da gasolina no Estado é R$ 2,43, por essa conta o preço do álcool cairia de R$ 1,74 para R$ 1,57, ou seja, quase 10%. Os preços considerados são os do levantamento da Agência Nacional de Petróleo (ANP).Entretanto, o presidente do sindicato dos postos (Minaspetro), Paulo Miranda, calcula que a redução será de apenas R$ 0,06. Já a gasolina, afirma ele, ficará R$ 0,05 mais cara. (ZM e HL)

Link da matéria:

http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdEdicao=1660&IdCanal=5&IdSubCanal=&IdNoticia=141010&IdTipoNoticia=1

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Energia Limpa: Antonio Anastasia apresenta Atlas Eólico de Minas Gerais feito pela Cemig

Publicado em 10 May 2010 por Minas em Pauta

O governadorAntonio Anastasia apresentou, nesta sexta-feira (7), no Palácio Tiradentes, na Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves, o Atlas Eólico de Minas Gerais, elaborado pela Cemig. O mapeamento indica que o potencial do Estado para a geração de energia eólica chega a 40 gigawatts (GW), a uma altura de 100 metros do solo.

O estudo revelou que o Norte de Minas, ao longo da Serra do Espinhaço, é a região com maior potencial eólico. O Triângulo Mineiro também apresenta boas condições para a instalação de parques eólicos. Foram consideradas a topografia e a vegetação, além da pressão atmosférica, temperatura, umidade do ar e medição dos ventos.

“Temos uma riqueza incomensurável em nossas mãos. Caberá agora à parceria entre o setor privado e a Cemig o desafio de termos instalado em Minas Gerais um parque eólico extremamente ambicioso que vá gerar essa energia de maneira positiva”, destacou o governador em seu pronunciamento.

O potencial de 40 GW é 3,5 vezes maior do que a capacidade da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, que será construída no Pará, e 2,7 vezes maior que a Usina de Itaipu. A grande vantagem é que a energia eólica não emite gases, não gera resíduos e tem impacto ambiental bem menor do que outras matrizes energéticas.

O Atlas orientará empreendedores e investidores interessados em energia eólica. A Cemig já está realizando estudos, em parceria com a empresa portuguesa EDP, para a instalação de um parque em Minas Gerais, e está aberta para firmar novas parcerias com a iniciativa privada.

“A Cemig entra com 49%, o setor privado com 51%, e aí podem explorar no Triângulo, no Norte, no Jequitinhonha, onde existe essa potencialidade. Então, estamos demonstrando que a energia existe, que a energia é limpa, e que, do ponto de vista econômico, ela é viável”, explicou o governador.

A produção do atlas teve um custo de R$ 2 milhões. O trabalho foi realizado pela consultoria Camargo Schubert, do Sul do país e foi feito a partir de softwares reconhecidos internacionalmente.

O presidente da Cemig, Djalma Morais, explicou que a tecnologia disponível atualmente faz com que a energia eólica seja economicamente viável, além de ser bem menos agressiva ao meio ambiente.

“Acreditamos que no momento em que você vai esgotando os empreendimentos hidrelétricos, os quais vão se tornando mais caros, a energia eólica pode se tornar também competitiva. Além de ser uma energia limpa, uma energia sem desgaste, uma energia sem muitos problemas ambientais. Praticamente nenhum problema ambiental. E nós acreditamos que ela pode ser viável também economicamente”, detalhou.

Parcerias

secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, José Carlos Carvalho, destacou que Minas Gerais vive um momento muito especial em função da sintonia entre o desenvolvimento econômico e o desenvolvimento sustentável.

“A Cemig se consagra hoje como uma empresa de energia em sintonia com o futuro, com tudo o que se discute para a modernização da matriz energética”, afirmou.

secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Sérgio Barroso, também ressaltou que todos os protocolos prevendo investimentos no Estado só são assinados atualmente se contemplarem os aspectos econômicos, sociais e sustentáveis, e afirmou que o Governo de Minas, através da Cemig, irá investir cada vez mais em fontes alternativas de energia, como a biomassa e as Pequenas Centrais Hidrelétricas.

“Precisamos dramaticamente de energia porque sabemos que sem energia não temos desenvolvimento econômico e sem o desenvolvimento econômico não temos desenvolvimento nenhum”, disse.

Energia eólica

A Cemig foi a primeira empresa brasileira a operar usinas eólicas, com a construção da Usina Morro do Camelinho, na cidade mineira de Gouveia, em 1994. Essa usina também foi a primeira a fornecer energia eólica para o sistema elétrico nacional. Tem quatro geradores com 250 kW de potência em cada e, atualmente, funciona parcialmente com três máquinas.

Em 2009, a Cemig, em parceria com a empresa IMPSA, líder latino-americana em energias renováveis, investiu na aquisição de três parques eólicos no Ceará com capacidade instalada de 99,6 MW. Em agosto, foi inaugurado o primeiro deles – o Parque Eólico de Praias de Parajuru, com extensão de 325 hectares e 19 aerogeradores, totalizando 28,5 MW.

A energia eólica é a que mais cresce no mundo, com uma taxa anual de evolução próxima a 30% nos últimos 10 anos. No Brasil, em 2009, a capacidade de geração de energia eólica cresceu 77,7% em relação ao ano anterior. Com isso, o país passou a ter capacidade instalada de 660 MW contra os 400 MW de 2008. Os dados do Conselho Global de Energia Eólica (Global Wind Energy Council – GWEC) mostram que a energia eólica brasileira cresceu mais do que o dobro da média mundial em 2009, que registrou aumento de 31%.

Apesar do crescimento da energia eólica no Brasil em 2009, segundo a EPE, a participação dessa fonte na matriz elétrica do país foi de apenas 0,2% do total de energia gerada no país no ano passado.

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Anastasia doa equipamentos eficientes para entidades sociais

Publicado em 28 April 2010 por Minas em Pauta

O Governador Antonio Anastasia assinou, Nesta Segunda-feira (26), em Campo Belo, no Sul de Minas, termo de doação de geladeiras, chuveiros, Lâmpadas e Outros Equipamentos de Baixo Consumo de Energia n º 17 entidades sociais de Cinco municípios da Região. A distribuição Desses Equipamentos Faz parte do Projeto Energia do Bem, integrante do Programa de Eficiência Energética (PEE) da Cemig Que Já beneficiou 1,409 com Instituições Mais de R $ 23,5 Milhões.

“Temos, de MANEIRA Muito positiva, projeto social Muito Ativo hum, hum Que Significa Respeito Às entidades filantrópicas e beneficentes. Essas entidades Estão os recebendo o Apoio da Cemig, do Servas , do Governo do Estado, n º da Conta reduzir uma tarifa de Energia e poder gastar com Recursos SEUS Mais que atendem Pessoas que. É UM Projeto Muito positivo Que dez ocorrido em Toda Minas Gerais “, explicou o Governador.

Além de Campo Belo, entidades de Candeias, Cristais, Santana do Jacaré e São Francisco de Paula Serao beneficiadas Pelo Energia do Bem. Serao beneficiadas Instituições de Longa Permanência Idosos do Pará, creches, Apaes, abrigos, albergues, casas de passagem, casas-lares e centro de Recuperação geram parágrafo dependentes químicos Que com Equipamentos de Economia de Energia, Além de permitir Mais Segurança e Conforto.

O tipo de Equipamento um Ser em installed CADA Instituição É definido A partir da Avaliação dos Técnicos da Cemig OS Locais visitam que. O Programa Substitui Lâmpadas incandescentes Por fluorescentes, com chuveiros Instala recuperador de Calor e Substitui geladeiras de alto Consumo de Energia Por outras Mais eficientes. Todos OS Serviços São gratuitos softwares antigos sem ônus par a entidades.

Em Campo Belo, um Serao beneficiadas Apae, uma Associação de Promoção e Ação Social Cinira Silva / Clube Apas, uma Creche Delminda Botelho, uma Associação dos Deficientes Físicos de Campo Belo, uma Comunidade Terapêutica Projeto Vida Nova (Provin), o Lar das Crianças Pedacinho do Céu EO Núcleo Assistencial Esperança, Serviço de Obras Sociais – SOS (unidades do Quatro Sendo Distintos SOS). Em Candeias beneficiada Será um Apae; Cristais em uma Apae, Casa Lar e Casa Lar 1 2. Santana do Jacaré recebe Benefícios Para o Centro Municipal de Educação Infantil Dona Mariana Ribeiro de Avelar, e São Francisco de Paula recebe Recursos OS NA Apae.

Em Campo Belo, o Governador Antonio Anastasia Foi recebido Por alunos da Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), Uma das entidades contempladas. A presidente da Apae, Antonieta de Oliveira Ferreira, Afirmou Que o Energia do Bem UM TEM Significado Muito especial Para a Instituição.

“Esse Projeto vai TRAZER Uma Redução Muito grande nsa com gastos e Energia, a Partir de Agora, como geladeiras substituídas Serao Por outras Mais econômicas, energia solar dez, também como Lâmpadas Como trocadas Serao Todas. Isso é muito importante Para nós, ESSA Custódio Redução nos, Isso porque nsa dara Condições de Outras Investir em utilidades, Visando Uma Melhor Qualidade de Vida Para os Nossos assistidos “, comemorou.

O Energia do Bem É UM DOS Integrantes Projetos do Programa de Eficiência Energética (PEE) da Cemig, do qua Também Fazem parte Outros Projetos, Como AQUECIMENTO em Instituições de Longa Permanência Solar Idosos para e NAS casas construídas Pela Cohab / MG e investiu Cerca Já de R $ 885 mil Região. O Energia do Bem Foi lançado ano UM há, em Parceria Entre Servas, Cemig e Secretaria de Estado Desenvolvimento de Social (Sedese).

Gestão Pública

Ainda em Campo Belo, o Governador Antonio Anastasia Participou do Seminário de Direito Administrativo – Controle da Administração Pública. Durante a abertura do Evento, Anastasia Falou Sobre o profissionalismo da Gestão Pública.

“Não adianta investirmos em Educação, Segurança, Saúde, Infraestrutura, agropecuária, saneamento, habitação, se tivermos Não, a sustentar esse mês Edifício, de MANEIRA Muito robusta, musculosa e vitaminada, Uma Administração Pública Eficiente, vocacionada Para os resultados, Uma Administração Pública “profissional.

Antonio Anastasia ressaltou Que o Governo de Minas , em Razão das Políticas inovadoras adotadas e dos resultados alcançados, se Tornou modelo de Gestão não Ganhou Pais e Reconhecimento de Instituições de fomento internacional Como o Banco Mundial. O Governador Afirmou Também Que o Poder Judiciário, Receita Federal, Receitas DOS ESTADOS EO Serviço Diplomático Brasileiro São Exemplos positivos da Eficiência do Estado.

O Seminário Acontece ESTA Até terça-feira (27) e tera uma Participação do presidente da OAB, mestre em Direito e professor de Processo Civil, Cláudio Luís da Silva Chaves, Eurico Bitencourt Neto, secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão de Minas Gerais , Doutorando em Ciências Jurídico-Políticas Pela Universidade de Lisboa e professor de Direito Administrativo, desembargador Rogério Medeiros Garcia de Lima, doutor em Direito Administrativo Pela UFMG, entre outros.

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Aécio Neves diz a Petrobras que Governo de Minas construíra gasoduto no Triângulo

Publicado em 22 March 2010 por Minas em Pauta

Unidade seria em Minas. Para viabilizar projeto, governo mineiro promete gasoduto

O governador Aécio Neves confirmou ao presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, em reunião nesta quinta-feira (18), no Rio de Janeiro, a decisão do Governo de Minas de construir um gasoduto para atender todo o Triângulo Mineiro, com investimentos de R$ 750 milhões da Cemig. Ao final do encontro, ficou acertada a criação de um grupo de trabalho do Governo de Minas e da Petrobras para aprofundar estudos e analisar a possibilidade de implantação de uma planta de uréia-amônia em Uberaba. Também participaram da reunião, o vice-presidente da República, José Alencar, o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Sérgio Barroso, e o presidente da Cemig, Djalma Morais.

“O que buscamos demonstrar é que há uma viabilidade natural da instalação da fábrica de amônia na região que mais consome esse insumo. E se faltava algo, o Governo do Estado assumiu aqui formalmente a construção de um gasoduto. Obviamente, existem outras demandas de outros estados, com outras particularidades O que decidimos aqui é que será definido um grupo de trabalho, rapidamente, da Petrobras com a Cemig, no primeiro momento, para discutir a questão do gasoduto e também para discutir qual o perfil que essa fábrica poderia ter. Há um consenso entre nós, principalmente entre o vice-presidente e eu. Falamos por telefone, durante a reunião, com a ministra Dilma de que não se justifica uma construção tão distante do mercado consumidor se não houver ali pelo menos uma planta que atenda esse mercado consumidor”, disse o governador Aécio Neves, em entrevista.

A construção do gasoduto foi anunciada pelo governador na sexta-feira (12), quando esteve em Uberaba. Na primeira etapa, serão 235 quilômetros de gasoduto de São Carlos(SP) a Uberaba. Em um segundo momento, outros 120 quilômetros até Uberlândia, totalizando 355 quilômetros. Concluído o gasoduto, a expectativa inicial é de um mercado de três milhões de metros cúbicos/dia, podendo chegar a cinco milhões de metros cúbicos/dia.

Aécio Neves lembrou que nesta sexta-feira (19), haverá uma reunião do Conselho de Administração da Petrobras, formado por membro do governo federal e que caberá a esse conselho a decisão sobre o local da implantação da planta de uréia-amônia.

“O que fizemos aqui hoje, de forma objetiva, é dizer que se a questão fundamental era a ausência de gás, estamos em condições de levar esse gás e, obviamente, temos que fazer aí uma contabilidade de custos. Obviamente também, a questão dos custos de frete se essa fábrica ficar distante dos mercados consumidores deve entrar nessa planilha. Mas houve da Petrobras absoluta disposição de aprofundar essa análise para que tenhamos uma decisão que atenda ao interessa nacional. Mas nosso convencimento é que a região de Uberaba, sem dúvida alguma, é a região mais adequada para sediar uma planta de amônia”, concluiu Aécio Neves.

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Governo Aécio: Programa Energia Rural – Luz para Todos beneficia 1,5 milhão de pessoas em Montes Claros

Publicado em 24 February 2010 por Minas em Pauta

O governador Aécio Neves lançou, no início do mês, em Montes Claros, no Norte de Minas, a 3ª etapa do programa Energia Rural – Luz para Todos, com previsão de atender um total de 1,5 milhão de pessoas até dezembro deste ano. Durante a visita à cidade, o governador também inaugurou uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), as obras de reforma do acesso ao aeroporto da cidade e a sede da 11ª Região Integrada de Segurança Pública (Risp), unidade estratégica para o trabalho conjunto da Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros. Ele ainda entregou uma unidade da Casa Jovem, espaço de referência para os alunos participantes do Poupança Jovem.

“Tenho orgulho de poder dizer que sou o primeiro governador, na história de Minas Gerais, a investir mais recursos per capita no Norte de Minas e nos Vales do Jequitinhonha e do Mucuri do que nas regiões mais ricas de Minas. Essa, talvez, de todas, seja a maior marca do nosso governo, seja através do Proacesso, investimentos em saneamento como essa ETE, uma reivindicação de décadas que hoje está sendo entregue à população; investimentos na área da saúde, investimentos junto aos jovens, como o Poupança Jovem, que estamos inaugurando aqui; na área da segurança pública, fomos o Estado brasileiro que mais investiu em segurança pública”, disse Aécio Neves.

Luz para Todos

Com o lançamento da 3ª etapa do programa Luz para Todos, a Cemig e o GovernoAécio Neves cumprem a meta de dotar toda a população rural do Estado com energia elétrica. Até o final deste ano serão 285 mil ligações, atendendo uma população de aproximadamente 1,5 milhão pessoas. De 2003 a 2010, o investimento total no programa será de R$ 3 bilhões, sendo 77% de responsabilidade do Governo de Minas e da Cemig e 23% do governo federal.

“Mais de 70% dos recursos do Luz para Todos, seja diretamente ou através de financiamento, é de responsabilidade do Governo do Estado e da Cemig. Vamos lançar hoje a sua terceira etapa. São mais de 22 mil novas ligações e prioritariamente na região Norte e Vales do Jequitinhonha e do Mucuri”, disse o governador.

Saneamento e preservação ambiental

O primeiro compromisso do governador em Montes Claros foi a inauguração da ETE da cidade. Os investimentos foram de R$ 150 milhões, realizados pela Copasa. A nova estação irá tratar todo o esgoto coletado na cidade, que antes era lançado em rios, como o Verde Grande, afluente do São Francisco.

“Essa ETE é uma obra de uma importância fundamental para a saúde da população de Montes Claros e para a preservação dos rios”, disse o governador.

A nova ETE faz parte de um amplo programa do Governo do Estado e da Copasa que, nos últimos sete anos, triplicou o número de estações de tratamento de esgoto em Minas Gerais. O volume de esgoto tratado saltou de 22 milhões de metros cúbicos para 150 milhões de metros cúbicos, entre 2003 e 2009.

A Copasa também inaugurou em Montes Claros o novo Laboratório Regional Norte, que recebeu investimento de R$ 1,5 milhão. A nova unidade é responsável por mais de oito mil/mês análises bacteriológicas, físico-químicas e hidrobiológicas de mananciais, água tratada e distribuída, além do monitoramento de 25 ETEs na região Norte do Estado.

Risp

Após a inauguração da ETE, o governador, acompanhado do vice-governador Antonio Anastasia, dos secretários de Estado de Defesa Social, Maurício Campos Júnior, e de Desenvolvimento Social, Ana Lúcia Gazolla, do prefeito de Montes Claros, Luiz Tadeu Leite, e de diversas lideranças políticas, seguiu para o Automóvel Clube, onde descerrou placa que marcou a inauguração da unidade da Região Integrada de Segurança Pública (Risp) da cidade. O prédio recebeu investimentos de R$ 8,3 milhões e sediará a 11ª Região da Polícia Militar, o 11º Departamento de Polícia Civil e o 11º Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar. O trabalho conjunto irá beneficiar todo o Norte de Minas.

“A sede da Risp significa mais energia e eficiência nas ações de segurança pública para a população da cidade e de toda região”, destacou o governador.

A construção de sedes das Risps faz parte da estratégia do Governo de Minas de promover a integração das suas forças de Defesa Social. As Risps seguem a metodologia da Integração da Gestão em Segurança Pública (Igesp), que prevê ações conjuntas das polícias, com metas para combater a criminalidade a partir de dados detalhados sobre a ocorrência como local, horário, perfil do autor e reincidência.

Em Minas Gerais, 307 municípios já têm a metodologia Igesp implantada. A Risp de Montes Claros é a quarta do Estado. As outras três estão em Belo Horizonte, Uberlândia e Juiz de Fora.

Poupança Jovem

Ainda no Automóvel Clube, o governador descerrou placa que marcou a inauguração da Casa Jovem, que atenderá cerca de nove mil alunos dos 1° e 2° anos do ensino médio de 37 escolas estaduais de Montes Claros. A unidade conta com educadores, psicólogos e assistentes sociais para o atendimento aos frequentadores.

“O ProJovem entre tantas ações é o que mais me encanta o coração e a alma. Nós inovamos em Minas nas políticas sociais e tenho muito orgulho dessa nossa porta de entrada do jovem no mercado de trabalho”, afirmou Aécio Neves.

Diretores e alunos das 37 escolas participaram da solenidade. No novo espaço, os estudantes terão acesso a computadores, sala para exibição de filmes, espaço para jogos, literatura e oficinas. Também vão participar de debates e palestras com temas relacionados à cidadania, protagonismo juvenil, qualificação profissional, mercado de trabalho, sexualidade, entre outros.

O Poupança Jovem atende mais de 32 mil alunos em oito cidades (Ribeirão das Neves, Sabará, Esmeraldas, Ibirité, Governador Valadares, Montes Claros, Teófilo Otoni e Juiz de Fora). Esses alunos, ao concluírem o ensino médio, recebem R$ 3 mil para investirem na continuação dos estudos ou em uma carreira profissional. Até o final de 2010 serão investidos R$ 170 milhões no programa.

Durante a visita, o governador também descerrou a placa que marca a conclusão das obras de reforma e ampliação da avenida Magalhães Pinto e acesso ao aeroporto de Montes Claros. A intervenção fez parte do programa Minas Avança, que dotou as cidades-polo de Minas Gerais de grandes obras de infraestrutura. Foram investidos R$ 7,8 milhões em Montes Claros.

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Aécio Neves inaugura subestação de energia da Cemig em Betim

Publicado em 23 January 2010 por Minas em Pauta

O governador Aécio Neves participou, nesta sexta-feira (22), da inauguração da subestação de energia da Cemig, em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A nova estrutura vai garantir o atendimento a novas demandas de fornecimento de energia elétrica no entorno do município. O Governo do Estado, por meio da Cemig, investiu R$ 27,5 milhões na construção da subestação, com recursos do Programa Cresce Minas e do plano de expansão da empresa.

Durante a solenidade, o governador ressaltou a importância dos investimentos da Cemig naquela região, como pressuposto básico para alavancar o desenvolvimento econômico do Estado.  “Essa é uma obra estratégica para o desenvolvimento de Betim, uma cidade estratégica no desenvolvimento de Minas. Talvez seja a cidade que mais cresce hoje no Estado e energia é um insumo absolutamente insubstituível para esse crescimento. A Cemig está capitalizada para fazer investimentos como esse de altíssima qualidade. É um passo além para o desenvolvimento dessa região”, disse Aécio Neves, em entrevista.

Além do governador, participaram do evento o vice-governador Antonio Anastasia, o presidente da Cemig, Djalma Moraes, o vice-prefeito de Betim, Alex Amaral, prefeitos de municípios vizinhos, deputados estaduais e lideranças políticas locais.

A Subestação Betim 5 é alimentada em 138 kV, a partir da subestação de Barreiro 1 e da UTE Igarapé 1, com capacidade instalada de 75 MVA, que pode abastecer uma região com 150 mil consumidores. Além disso, a subestação também está preparada para expansões futuras e pode aumentar sua capacidade também para até 100 MVA. A subestação de Betim 5 é a maior subestação abaixadora para média tensão construída pela Cemig nos últimos 10 anos.

“Esse é mais um investimento da Cemig que vai permitir aumentar o índice de confiabilidade do sistema, além de garantir a qualidade no fornecimento de energia”, disse o presidente da empresa, Djalma Morais. E completou, “o investimento será de mais de R$ 300 milhões. Com isso, nós estaremos atingindo quase R$ 3 bilhões de investimento social, dirigido àquela população desprotegida, população marginalizada”.

Cresce Minas

Um dos programas estruturadores do Governo do Estado, o Cresce Minas está sendo implantado pela Cemig desde 2006, com investimento de R$ 750 milhões, sendo R$ 650 milhões da Cemig e R$ 100 milhões financiados pela Eletrobrás. Em 2009 foram aplicados R$ 150 milhões em linhas de distribuição e subestações, e R$ 61 milhões em média e baixa tensão.

O programa tem como principal objetivo atender o crescimento do mercado de Minas e a recuperação e manutenção dos níveis de qualidade de serviço dentro dos parâmetros regulatórios. Em 2010 estão previstos investimentos de R$ 170 milhões em subtransmissão e de R$ 51 milhões em redes.

Até o fim do ano, o Cresce Minas beneficiará 310 municípios (40% do total de municípios da área de concessão da Cemig), com quatro milhões de habitantes e 1,1 milhão de consumidores, e irá gerar, até sua conclusão, aproximadamente mil empregos diretos.

Expansão

A Cemig está em pleno processo de expansão no Brasil e no exterior, com mais de 10 milhões de consumidores. A empresa é líder no mercado brasileiro, quinta maior geradora de energia do país. Ela opera um parque gerador de energia formado por 57 usinas.

A holding Cemig é formada por 49 empresas e 10 consórcios, atuando em 19 estados brasileiros e no Chile, em todos os segmentos do setor de energia elétrica – geração, transmissão, distribuição e comercialização –, assim como na exploração e distribuição de gás natural, telecomunicações e eficiência energética.

Desde o início de 2006 a Cemig inaugurou quatro usinas em Minas; Irapé, Aimorés, Capim Branco I e Capim Branco II, com investimentos de R$ 2,8 bilhões. Desse total, R$ 1,7 bilhão foram aplicados pela Cemig e pelo Governo de Minas.

Em 2009 a Cemig inaugurou duas usinas, a Usina Hidrelétrica Baguari, no Vale do Rio Doce, em Minas Gerais, e o Parque Eólico de Praias de Parajuru, no Ceará, com a capacidade instalada de 140 e 28,8 MW, respectivamente. O seu desenvolvimento recente fez com que o valor de mercado da companhia passasse de R$ 4 bilhões para R$ 16 bilhões, desde 2003.

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