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Anastasia diz que gerar empregos e mudar a vida das pessoas é a verdadeira inclusão social que Minas vive

Publicado em 19 August 2010 por Minas em Pauta

Fonte: Coligação “Somos Minas Gerais”

Antonio Anastasia pede a mineiros que renovem o voto de confiança a ele para dar continuidade ao trabalho de Aécio Neves

Os programas e ações implantados pelo Choque de Gestão mudaram a vida dos mineiros. A afirmativa foi feita pelo governador Antonio Anastasia, candidato à reeleição, em entrevista ao MGTV nesta terça-feira. O governador afirmou que os avanços acontecidos na educação, saúde, segurança e na melhor infraestrutura nos municípios mineiros são demonstrações claras do alcance social do governo de Aécio Neves e de Anastasia. O governador destacou que a verdadeira inclusão social passa pela geração de empregos e de melhores condições de vida para população.

“A questão social vai além da assistência social. Envolve emprego, que é o mais importante. Nos últimos meses Minas Gerais gerou mais empregos que todos os estados do Brasil e ao mesmo tempo condições de atrair empresas para cá. A saúde, a educação, a infraestrutura. Tudo isso é inclusão social. Na realidade é um todo. Estamos muito tranqüilos por aquilo que fizemos ao longo desses últimos anos”, afirmou Antonio Anastasia.

Ele explicou que o conjunto de medidas administrativas adotadas pelo Governo de Minas possibilitou a retomada do crescimento econômico, com a instalação de novas empresas e mais empregos para a população. No primeiro semestre deste ano, Minas foi o segundo Estado do país que mais gerou empregos.

O trabalho do Governo de Minas não para
Antonio Anastasia ressaltou que a partir de hoje, com o início da propaganda eleitoral no rádio e na televisão, os mineiros conhecerão melhor os avanços realizados em Minas na área social.  Terão a oportunidade de conhecer as propostas para que o Estado continue avançando sempre com inovação. O governador disse que a aliança formada por 12 partidos em torno de sua candidatura à reeleição dará sustentabilidade ao seu governo para assegurar a continuidade das ações e programas iniciados no Estado.

“Estou apresentando as minhas propostas, porque queremos continuar, avançar, sempre com inovação. Temos uma base política muito forte para não deixarmos Minas retroceder, continuarmos avançando e colhendo os frutos de um trabalho tão belo que fizemos ao longo destes anos”, disse Antonio Anastasia.

Bom uso dos recursos públicos
Na entrevista, o governador destacou que o mundo atual exige que os governantes e líderes políticos tenham conhecimento administrativo e técnico aliado à sensibilidade e ao sentimento de liderança. Assim podem enfrentar com melhor capacidade os problemas do Estado. Antonio Anastasia voltou a garantir aos mineiros que, reeleito, sua equipe de governo será formada por pessoas competentes e honestas, comprometidas com o bom uso do dinheiro público.

“Hoje as pessoas que estão nos cargos devem ter conhecimento também. Eu tenho, então, que misturar a sensibilidade, o sentimento de liderança e, ao mesmo tempo, com conhecimento técnico para superar os problemas. E foi o que aconteceu ao longo desses anos aqui em Minas. No momento da composição do governo, qual o nosso critério: competência, qualidade, honestidade, para apresentar resultados. Assim foi durante todo esse período. Assim é o meu atual governo. Eu tenho certeza que assim também teremos os próximos anos em Minas Gerais”, disse o governador.

Antonio Anastasia encerrou a entrevista reafirmando seus compromissos com o futuro e a boa gestão do Estado e dos serviços prestados aos mineiros. Ele pediu aos eleitores que, em 3 de outubro, renovem o voto de confiança já dado a Aécio Neves e a ele, como vice-governador para que possam dar continuidade às transformações vividas por Minas.
“Não sou candidato exclusivamente para falar do que nós fizemos, mas com o objetivo fundamental de dizer o que nós vamos fazer. Precisamos fazer mais e, por isso mesmo, eu peço sempre a confiança de todos.”

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Aécio Neves defende estadualização das rodovias federais e repasse dos recursos da Cide aos estados brasileiros

Publicado em 05 August 2010 por Minas em Pauta

Fonte: Coligação “Somos Minas Gerais”

Ex-governador esteve em Poços de Caldas, no Sul de Minas, ao lado de José Serra e do governador de Minas, Antonio Anastasia, candidato à reeleição

O ex-governador Aécio Neves, candidato ao Senado Federal pela coligação “Somos Minas Gerais”, defendeu hoje, em Poços de Caldas (Sul de Minas), a transferência da responsabilidade pelas rodovias federais aos estados. O ex-governador afirmou que contará com o compromisso de José Serra na Presidência para transferir as estradas federais aos estados e o correspondente repasse dos recursos da Cide (imposto dos combustíveis) para aplicação em obras de recuperação e manutenção das rodovias.

“O Brasil é o único país do mundo que tem essa figura esdrúxula de estradas federais. Isso faz com que ela sempre esteja demandando mais investimentos. Defendemos a transferência da responsabilidade das estradas federais para os Estados, com a correspondente transferência dos recursos da Cide, que foram criadas exatamente para isso. Acredito que, se o nosso candidato José Serra vencer as eleições, teremos um apoio vigoroso do Governo Federal, até mesmo com a descentralização da responsabilidade em relação às estradas federais para o Estado, com a corresponde transferência dos recursos da Cide”, afirmou o governador, que já havia apresentado ao Governo Federal a mesma proposta de estadualização das rodovias federais, em 2005.

Mortes nas estradas
O Brasil possui 56.000 quilômetros de estradas federais sob a responsabilidade do Ministério dos Transportes. Dados do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) mostram que, em 2009, 5.680 pessoas morreram vítimas de acidentes nestas rodovias. O levantamento é alarmante à medida que se constata que, em média, uma pessoa morre a cada duas horas vítima de acidentes nas estradas federais.
Minas é o estado brasileiro com maior número de estradas federais, 8.863 quilômetros que correspondem a 26% do total no País. Os dados do DNIT referentes a 2009 mostram que, nas estradas federais que cortam o Estado, 939 pessoas morreram vítimas de acidentes, uma média de 3 pessoas por dia.

Minas recupera estradas estaduais
O ex-governador ressaltou que o programa do Governo de Minas para recuperação das estradas estaduais é um dos mais modernos sistemas do País. Por meio do Programa de Recuperação e Manutenção Rodoviária do Estado de Minas Gerais (Pro-MG), as empresas que vencem as licitações para recuperação das rodovias estaduais são obrigadas mantê-las em bom estado de trafegabilidade por um prazo mínimo de quatro anos. A empresa responsável pela manutenção é remunerada de acordo com a qualidade das estradas.

Com esta nova modalidade do Pro-MG, iniciada em 2006, já foram recuperados 4 mil quilômetros de rodovias estaduais, com investimentos de R$ 630 milhões. Desde 2003, o Governo de Minas já recuperou mais de 12 mil quilômetros de rodovias em todas as regiões do Estado.

“Temos um sistema tanto de manutenção das atuais estradas muito vigoroso, porque fazemos isso com a garantia da manutenção no tempo. Falta o mesmo volume de investimentos no âmbito federal”, afirmou Aécio Neves.

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Veja: Lula demite direção de Correios, faz encenação e mantém outro apadrinhado de Hélio Costa

Publicado em 01 August 2010 por Minas em Pauta

Fonte: Revista Veja

As demissões nos Correios são um embuste: mudam-se os nomes, mas a estatal, cujos serviços estão à beira do colapso, mantém-se sob fisiologismo político

Os Correios, estatal que se consagrou como vitrine da corrupção no Brasil, passam pela mais severa crise dos seus 41 anos. Primeiro, o governo Lula fatiou a empresa entre operadores do PTB, do PMDB e do PT. Conheceu-se o resultado dessa gestão compartilhada nas audiências da célebre CPI dos Correios. O que fez o governo após apagarem-se as luzes da CPI? Legou o comando dos Correios aos profissionais: a turma do PMDB. Nomearam-se apadrinhados dos senadores Romero Jucá, Valdir Raupp, Leomar Quintanilha, do deputado Jader Barbalho e de Hélio Costa, ex-ministro das Comunicações.

Uma operação da Polícia Federal expulsou os indicados de Jader e Jucá. Os demais permaneceram. E cumpriram o que se espera deles: quatro anos depois, os Correios estão à beira do colapso. Uma em cada quatro cartas chega com atraso ao seu destino. Faltam 10.000 carteiros para atender à crescente demanda do país. Há poucos aviões para transportar cargas. Os Correios tanto agonizaram que, na semana passada, o presidente Lula demitiu o presidente da estatal, Carlos Custódio, e o diretor de Recursos Humanos, Pedro Magalhães -  ambos cupinchas de Hélio Costa.

Seguindo a clássica lei da política brasileira, tudo mudou para permanecer onde está. O novo presidente, David de Matos, não tem nenhuma experiência no setor. Foi indicado pela ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, de quem é amigo, e pelo senador Gim Argello, petebista com alma peemedebista – outros próceres do PMDB avalizaram a escolha. Explica-se o afinco do senador: Gim é dono da mais rentável franquia dos Correios em Brasília. E é bom de indicações.

Ele conseguiu até um emprego para Israel Guerra, um dos filhos de Erenice no governo de Brasília. Israel, porém ficou pouco tempo no cargo. O novo diretor de Operações, Eduardo Artur Rodrigues, é um lobista do setor de carga aérea. Indicação do senador Quintanilha. O pai de seu ex-genro é dono da MTA, empresa aérea que presta serviços à estatal – e para a qual ele já trabalhou. O novo diretor também já fez lobby para a Total, transportadora mineira de cargas que detém contratos com os Correios e laços de amizade com Hélio Costa.

Pelos reveses nos Correios, Hélio Costa recebeu uma compensação. Conseguiu acomodar seu amigo Jorge Luiz Bastos – empresário de um time de basquete! – numa diretoria da Agência Nacional de Transportes Terrestres. Seja em agências reguladoras, como a ANTT, seja em órgãos do governo, como os Correios, definitivamente não há mais pudores na desastrosa e reiterada opção do governo Lula pelo fisiologismo.

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Hélio Costa: MP volta investigar os R$ 254 milhões pagos pela Telebrás à empresa de amigo do ex-ministro das Comunicações

Publicado em 01 August 2010 por Minas em Pauta

Fonte: Hugo Marques – Revista Isto É

Acordo espinhoso

Ministério Público reabre investigação sobre os R$ 254 milhões pagos pela Telebrás à empresa de amigo do ex-ministro das Comunicações Hélio Costa

O líder na corrida ao governo de Minas Gerais, Hélio Costa (PMDB), voltou a ser assombrado por um fantasma que o atormenta desde seus primeiros anos como ministro das Comunicações no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Por decisão do Ministério Público (MP), foram reabertas as investigações envolvendo um milionário acordo judicial entre a Telebrás, em última instância sob o comando de Costa, e a VT UM Produções, do empresário Uadji Menezes Moreira, amigo de longa data do então ministro. O caso foi revelado por ISTOÉ em 2006 e, na época, o que mais intrigou o Ministério Público não foi o valor pago pela Telebrás nem o fato de Moreira ser íntimo de Costa. As investigações foram motivadas pelo fato de a estatal ter aberto mão de recorrer das decisões em instâncias judiciais superiores, como determina a lei. Após uma breve batalha nos tribunais, a Telebrás simplesmente desistiu da briga e optou por fazer um acordo com a VT UM.

PREJUÍZO

Decisão da Telebrás de fazer o acordo, avalizada pelo então ministro Hélio Costa, teria causado perdas de quase R$ 170 milhões aos cofres da estatal

Por meio de sua assessoria, o ex-ministro afirmou que esse processo já foi julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e que nenhuma irregularidade foi encontrada. De fato, o STF inocentou a direção da Eletrobrás e o próprio ministro. O problema é que, ao julgar o caso os ministros do Supremo não tinham conhecimento de um relatório da Advocacia-Geral da União (AGU), ligada ao próprio Executivo, mostrando que os cofres públicos tiveram um prejuízo de ao menos R$ 169 milhões pelo fato de a Telebrás não ter recorrido da decisão judicial que a considerou ré em um processo movido pela VT UM, por conta de um imbróglio envolvendo um sistema de sorteios por telefone. De posse desses documentos, o procurador do Ministério Público no Tribunal de Contas da União, Marinus Marsico, decidiu reabrir as investigações, que devem ter como destino final o mesmo STF.

Nos próximos dias, Marsico vai pedir ajuda ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), do Ministério da Fazenda, para rastrear tudo o que já foi pago pela União ao empresário Moreira. “Vamos rastrear esse dinheiro todo para ver onde ele foi parar”, diz Marsico. “Vamos pedir a cooperação dos órgãos da administração pública para ter acesso a informações sigilosas e verificar como o dinheiro saiu do orçamento”, completa. Ele também pedirá o bloqueio de parcela do dinheiro ainda não paga a Moreira, calculada pelo próprio procurador em algo próximo a R$ 120 milhões.

ACUSAÇÕES

A AGU e o Ministério Público querem saber por que Costa, quando era ministro, não determinou que a Telebrás recorresse da decisão judicial, como manda a lei

A reabertura das investigações ocorre exatamente no momento em que a disputa pelo governo de Minas Gerais entra em sua fase mais crítica. Costa afirmou que tudo não passa deperseguição política. Entre outras questões que o procurador do MP quer ver respondida está o crescimento do patrimônio do ex-ministro. Em 2002, sua declaração de bens somava R$ 359 mil. Este ano, Costa informou ao Tribunal Regional Eleitoral mineiro ter R$ 1,3 milhão. O patrimônio do ex-ministro teria crescido a partir de 2006, após o acordo entre a Telebrás e a VT UM. Naquele ano, Costa teria comprado o 27º andar de uma das torres do luxuoso complexo imobiliário Top Green, no bairro Belvedere, em Belo Horizonte, avaliado em R$ 2,5

milhões, segundo corretores ouvidos por ISTOÉ. O ex-ministro, no entanto, declarou à Justiça Eleitoral ter comprado apenas uma “fração do apartamento em Belvedere”, por R$ 1 milhão. “Não me preocupo com essas acusações. Tenho como comprovar minha condição financeira, como ex-senador e ex-ministro, para comprar o imóvel”, afirmou o candidato ao governo mineiro.

O acordo de R$ 253,9 milhões também atingiu antigas amizades de Costa e de Moreira. O diretor da Rede Globo Roberto Talma por exemplo, vai recorrer ao Superior Tribunal de Justiça para tentar garantir sua parte no que a VT UM recebeu da Telebrás. Ele diz ter ajudado Moreira financeiramente, em troca de 20% da bolada da Telebrás, conforme contrato registrado em cartório. Mas Talma diz não ter recebido nada. O diretor de tevê suspeita que o dinheiro tenha ido parar na campanha de Costa. “Acho que o Uadji já deu o dinheiro que tinha que dar para o Hélio Costa”, afirma Talma. “Por que, de repente, essa coisa toda é de graça? Pensa bem. O processo não tinha tramitado nem tinham julgado tudo. Havia recursos na Justiça”. É isso o que o Ministério Público quer saber.

“Acho que o Uadji já deu o dinheiro que tinha que dar para o Hélio Costa” Roberto Talma, diretor da Rede Globo

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Aécio Neves no Senado que propor um nova agenda para o Brasil avançar ainda mais

Publicado em 29 July 2010 por Minas em Pauta

Fonte: Coligação “Somos Minas Gerais”

Em Ituitutaba, ele diz que apresentará aos eleitores as propostas que o País necessita para avançar mais

O candidato ao Senado, Aécio Neves, ex-governador de Minas Gerais, irá apresentar aos eleitores mineiros um conjunto amplo de propostas, que, eleito, quer defender no Senado Federal. Deputado federal por 16 anos e eleito duas vezes governador de Minas Gerais, com votações históricas no Estado, Aécio Neves defende a construção de uma nova agenda para o Brasil, de ações fundamentais para os brasileiros, e que dependem de aprovação pelo Congresso Nacional, como as reformas política e tributária.

Em visita a Ituiutaba, no Pontal do Triângulo Mineiro, junto com o governador Antonio Anastasia, candidato à reeleição, e José Serra, candidato à Presidência da República, Aécio Neves disse que, com os votos dos mineiros irá defender propostas que o País necessita para que o Brasil possa avançar mais.

“Temos uma agenda que a partir do programa eleitoral vai se tornar conhecida de ações prioritárias no âmbito do Congresso Nacional. Não quero uma vaga no Senado apenas para ser um figurante, quero ajudar com outros senadores eleitos a construir uma agenda nova para o Brasil, que passa fundamentalmente pelo Senado da República”, afirmou o ex-governador em entrevista.

Nas últimas semanas, Aécio Neves tem percorrido o interior de Minas Gerais, ao lado de José Serra e Antonio Anastasia. Nos encontros que têm sido realizados com prefeitos e lideranças políticas, os candidatos têm colhido importantes demandas e reivindicações que serão incorporadas em seus planos de governo. Eles também já estiveram com trabalhadores, sindicatos, empresários, produtores rurais. Serra e Anastasia têm defendido a adoção de planos que tenham enfoque regional, considerando a vocação de cada região e do que é prioritário para o seu desenvolvimento.

“Serra tem hoje condições de construir um discurso regional, que é absolutamente fundamental e acredito que, no momento em que o embate passar a se dar entre o candidato José Serra e a candidata do governo, do PT, ficará muito claro para os brasileiros quem é aquele que tem melhores condições de dar continuidade aos avanços que vem ocorrendo também no Brasil”, afirmou Aécio Neves.

Plano Real e Lei de Responsabilidade Fiscal
O candidato ao Senado lembrou que os principais avanços do País começaram com o Plano Real, adotado pelo então presidente Itamar Franco, que permitiu o controle da inflação, e com a Lei de Responsabilidade Fiscal, aprovada no governo Fernando Henrique Cardoso, estabelecendo limites legais para os gastos públicos, por parte da União, Estados e municípios.

“Nós não desconhecemos os avanços que vêm ocorrendo no Brasil, mas seria um equívoco e até mesmo uma imprudência acharmos que o Brasil começou a avançar a partir de 2003. Não, esses avanços vêm desde a redemocratização, eles passam por ações do governo do PSDB, como a Lei de Responsabilidade Fiscal, como o Plano Real, fundamental para os êxitos do próprio governo do presidente Lula, então nos sentimos partícipes, parte integrante dos avanços que o Brasil vem vivendo. E acho que José Serra é quem tem melhores condições de fazer o Brasil avançar ainda mais”, disse Aécio Neves.

Antonio Anastasia
Sobre o governador Antonio Anastasia, candidato à reeleição, Aécio Neves reafirmou que o desejo dos mineiros é de que Minas Gerais continue avançando, com um trabalho focado em inovações. A eleição de Antonio Anastasia, frisou ele, é a garantia a continuidade e a vitória do que há de melhor em Minas Gerais.

“Minas hoje é respeitada no Brasil inteiro como o melhor modelo de gestão do país. Isso significa mais rodovias, mais saúde, mais educação, mais segurança. E Minas não merece um retrocesso. A vitória de Anastasia não é a vitória de um candidato apenas, é a vitória do que há de melhor em Minas Gerais, nossos melhores valores, da ética e, sobretudo, da competência na vida pública”.

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Crise de gestão nos Correios faz Lula demitir parte da diretoria que era apadrinhada por Hélio Costa

Publicado em 29 July 2010 por Minas em Pauta

Fonte: Folha de S.Paulo

Lula demite presidente dos Correios – Decisão de despedir Carlos Henrique Custódio e seu diretor de Gestão de Pessoas visa estancar crise política

Ambos foram indicados por Hélio Costa, que tem apoio do PT em Minas e nega contágio; sucessor trabalhou com Roriz

Na tentativa de evitar a politização da crise dos Correios, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva demitiu o presidente da empresa, Carlos Henrique Custódio, e o diretor de Gestão de Pessoas, Pedro Magalhães Bifano.
O engenheiro David José de Matos, que trabalhou nos governos de Joaquim Roriz e José Roberto Arruda, no Distrito Federal, vai assumir a vaga de Custódio.

As demissões devem ser publicadas no “Diário Oficial da União” de hoje. Os dois foram indicados pelo ex-ministro das Comunicações Hélio Costa, candidato do PMDB ao governo de Minas Gerais.
Lula seguiu recomendação de Erenice Guerra (Casa Civil) e Paulo Bernardo (Planejamento), que foram escalados para fazer um raio-X da instituição em junho, após uma crise de gestão que culminou com o atraso na entrega de correspondências.

O ministro das Comunicações, José Artur Filardi, e a cúpula do PMDB não foram consultados. José Serra (PSDB) fez menções críticas, ao longo da campanha, à administração dos Correios.
O relatório dos ministros apontava três problemas: 1) atraso na licitação de 1.429 franquias cujos contratos vencem em novembro e que podem causar um “apagão postal”; 2) logística falha; 3) demora na realização do concurso público que atraiu mais de 1 milhão de inscritos.

SEM COMUNICAÇÃO
O raio-X apontou ainda que os diretores não se comunicavam e não funcionavam como um colegiado, emperrando todas decisões administrativas da estatal.

Na gestão de Custódio, no posto desde 2006, os Correios tiveram o menor lucro na era Lula (em 2009). O ganho foi impactado pelo rombo do fundo de pensão Postalis, como revelou a Folha.
Nesta semana, surgiu nova crise com a revelação de que o site dos Correios tinha um manual ensinando os candidatos a conquistar eleitores. Ele foi alterado após a Folha publicar a notícia.
Pedro Magalhães era o responsável pela realização do concurso. Será substituído por Nelson de Oliveira, uma indicação do PT.

O ex-ministro Hélio Costa minimizou as demissões. “Não vejo como nada de excepcional. Não tenho nada a dizer.” O mesmo tom foi adotado pelo líder do PMDB, Henrique Alves (RN). “”Não vai ter nenhuma repercussão política. Foi uma avaliação técnica baseada em problemas administrativos internos.” A Folha apurou que o PMDB decidiu não brigar por mais seis meses de cargo.

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Minas tem o melhor modelo de gestão, diz Aécio Neves em Ituiutaba

Publicado em 29 July 2010 por Minas em Pauta

Fonte: Coligação “Somos Minas Gerais”

Sobre a visita a Ituiutaba
Falar primeiro aqui da alegria nossa de no momento em que realmente a campanha se inicia, e nós sabemos que essa semana é o início efetivo da campanha, os materiais estão aí, os candidatos estão se movimentando, os candidatos a deputado federal e estadual, e o governador Anastasia fez questão de iniciar essa etapa fundamental da sua campanha ao lado do prefeito municipal, ao lado das lideranças políticas do Pontal do Triângulo, porque daqui, o que se fala aqui, se irradia por toda Minas Gerais. E tenho absoluta confiança de que os mineiros do Pontal e os mineiros das outras regiões de Minas querem ver Minas avançando, querem ver Minas continuando um trabalho que vem sendo feito até agora com inovações e com avanços. Minas hoje é respeitada no Brasil inteiro como o melhor modelo de gestão do país. Isso significa mais rodovias, mais saúde, mais educação, mais segurança. E Minas não merece um retrocesso. Por isso eu chego ao Pontal hoje, chego a Ituiutaba, ao lado do meu companheiro Romão, ao lado de tantas lideranças políticas para dizer que, a partir daqui, é que vamos iniciar a grande virada em favor de Minas Gerais. A vitória de Anastasia não é a vitória de um candidato apenas, é a vitória do que há de melhor em Minas Gerais, nossos melhores valores, da ética e, sobretudo, da competência na vida pública.

Como o senhor está avaliando o cenário nacional, o senhor acha que há realmente um clima de terrorismo, como se diz por aí?

Não, olha, acho que estamos entrando na fase mais aguda da campanha. É natural que uma disputa polarizada como essa, no campo nacional, ela sugira farpas daqui e de lá. Acho que o candidato Serra tem buscado construir a sua campanha em torno de propostas, em torno de projetos, tem ouvido muito as nossas sugestões, o Serra recebeu, meu caro prefeito, uma sugestão construída pelo governador Anastasia, ouvidos os prefeitos, as lideranças de todas as regiões, sobre aquilo que é prioritário para Minas Gerais. Ele, portanto tem, hoje, condições de construir um discurso regional, que é absolutamente fundamental e acredito que, no momento em que o embate passar a se dar entre o candidato José Serra e a candidata do governo, do PT, ficará muito claro para os brasileiros quem é aquele que tem melhores condições de dar continuidade aos avanços que vem ocorrendo também no Brasil. Nós não desconhecemos os avanços que vêm ocorrendo no Brasil, mas seria um equívoco e até mesmo uma imprudência acharmos que o Brasil começou a avançar a partir de 2003. Não, esses avanços vêm desde a redemocratização, eles passam por ações do governo do PSDB, como a Lei de Responsabilidade Fiscal, como o Plano Real, fundamental para os êxitos do próprio governo do presidente Lula, então nos sentimos partícipes, parte integrante dos avanços que o Brasil vem vivendo. E acho que José Serra é quem tem melhores condições de fazer o Brasil avançar ainda mais.

Mas, voltando, por exemplo, teve a menção ao MST. O senhor acha que isso é tema de campanha mesmo, o Sérgio Lins tinha dito que invadiria, teria mais.

Olha, no momento em que o MST toma uma posição na campanha eleitoral, é natural também que reações ocorram. Todos nós somos absolutamente favoráveis à reforma agrária, e ela tem que haver, o Brasil precisa de uma reforma agrária, mas uma reforma agrária organizada e que respeite a propriedade da terra. Essa é uma divergência que temos, profunda, em relação a um governo que, de alguma forma, estatiza os movimentos sociais. Isso é algo que não achamos adequado. Um governo que financia, com recursos públicos, movimentos sociais, que atrela a si esses movimentos. O que queremos mostrar é que nós respeitaremos quaisquer que sejam esses movimentos, e têm causas legítimas como aqueles que lutam efetivamente pela reforma agrária, mas eles não podem ser parte de um governo e contra outras propostas de governo, porque aí eles se tornam ilegítimos.

Governador, os aposentados do Brasil têm carecido de uma maior cobertura do governo. O senhor sendo eleito vai lutar pelos aposentados dentro do Senado Federal?

Sem dúvida alguma. Os aposentados que construíram, principalmente eles, o Brasil no qual vivemos hoje. Sempre com responsabilidade, mas principalmente com respeito aos aposentados é que o Brasil vai avançar. Temos uma agenda que, a partir do programa eleitoral vai se tornar conhecida, de ações prioritárias no âmbito do Congresso Nacional. Não quero uma vaga no Senado apenas para ser um figurante, quero ajudar com outros senadores eleitos, se vier a ser eleito, claro, a construir uma agenda nova para o Brasil, que passa fundamentalmente pelo Senado da República e que incluirá, claro, os direitos dos aposentados.

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Queda no desemprego em Minas é comemorado por Antonio Anastasia

Publicado em 29 July 2010 por Minas em Pauta

Fonte: Coligação Somos Minas Gerais

Governador Antonio Anastasia, candidato à reeleição, comemorou resultados positivos de pesquisa que aponta queda no desemprego e criação de 31 mil vagas em junho

O governador Antonio Anastasia, candidato à reeleição, destacou os resultados da Pesquisa de Emprego e Desemprego da Fundação João Pinheiro, divulgada nesta quarta-feira (28/07), que apontaram, em junho deste ano, aumento de 31 mil empregos na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O governador afirmou que o aumento da oferta de trabalho é resultado do aquecimento da economia de Minas e dos importantes investimentos do setor privado em todas as regiões do Estado. Desde 2003, Minas recebeu R$ 240 bilhões em investimentos privados com geração de 448,2 mil empregos diretos.

“Felizmente temos apresentado indicadores melhores que a média brasileira. A Região Metropolitana de Belo Horizonte apresentou um dado muito positivo, queda do desemprego de 8,5%. Isso demonstra o aquecimento da atividade econômica em Minas Gerais, fruto do grande esforço do governo em parceria com o setor privado”, afirmou o governador Antonio Anastasia em entrevista durante vistoria às obras de modernização do estádio Mineirão.
De acordo com a pesquisa divulgada nesta quarta-feira, a taxa de desemprego total na região caiu para 8,5% da População Economicamente Ativa (PEA) no mês de junho, depois de ter atingido 9,6% em maio. O levantamento demonstrou que foram criados 31 mil postos de trabalho em junho, elevando o número de ocupados para 2,27 milhões de trabalhadores. Em relação ao mesmo mês anterior, o nível de ocupação aumentou 1,7%, com a criação de 47 mil vagas.

Rendimentos

O rendimento dos trabalhadores na RMBH, segundo a pesquisa, também apresentou crescimento. Entre abril e maio deste ano, o rendimento aumentou em 1,4%. O salário real médio passou para R$ 1.364, com um aumento de 0,7%. Já o rendimento médio dos autônomos ficou em R$ 1.139, com variação de 0,6%. Em relação a maio de 2009, o rendimento real médio dos ocupados aumentou 6,6%, passando para R$ 1.342. No setor privado o crescimento foi de 2,8%, enquanto que entre os autônomos o acréscimo foi de 14,7%. O salário médio dos trabalhadores com carteira assinada aumentou 1,8% e o dos trabalhadores sem registro em carteira teve acréscimo de 8,8%.

Caged

O aumento do nível de emprego em Minas foi demonstrado também pelo Cadastro Geral de Emprego e Desemprego (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego. No primeiro semestre de 2010, Minas obteve o segundo melhor resultado na criação de novas vagas no país, com crescimento de 6,64%, em relação ao mesmo período de 2009. Esse acréscimo representou 232.572 novos postos formais.

O levantamento mostra que, em números de vagas criadas, Minas atingiu o seu melhor desempenho em toda a série histórica do cadastro no primeiro semestre e o segundo melhor tanto na Região Sudeste quanto no Brasil. Nos últimos 12 meses, o crescimento do nível de emprego no Estado foi de 6,95%, com mais 242.734 postos de trabalho. Apenas em junho deste ano foram criadas 38.870 vagas, o que representa um aumento de 1,05%, em relação ao mês de maio.
No interior de Minas a alta foi de 8,07% no primeiro semestre de 2010, com mais 172.376 postos. Já na Região Metropolitana, o destaque foi Belo Horizonte com um aumento de 4,41%, ou mais 60.196 postos.

Investimentos recordes

A economia mineira iniciou 2010 em franco processo de recuperação, superando os efeitos da crise financeira que abalou os mercados mundiais a partir de setembro de 2008. Segundo o Instituto de Desenvolvimento Integrado (Indi), ligado à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, apenas no primeiro semestre do ano, foram anunciados em Minas investimentos privados de R$ 38,43 bilhões, distribuídos por diversas cadeias produtivas, gerando 37 mil empregos diretos e mais de 95 mil empregos indiretos. O PIB de Minas Gerais, segundo a Fundação João Pinheiro, apresentou crescimento de 12,2% com relação ao mesmo período do ano passado, contra um crescimento de 9% do PIB nacional.

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Ricardo Teixeira aprova obras de reforma do Mineirão e elogia modelo de gestão de Anastasia e Aécio Neves

Publicado em 29 July 2010 por Minas em Pauta

Fonte: Coligação “Somos Minas Gerais”

Presidente da CBF verifica cumprimento de cronograma de obras e destaca estádio mineiro como o de melhores condições para sediar abertura da Copa de 2014

O governador Antonio Anastasia, candidato à reeleição, e o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, vistoriaram juntos hoje as obras de modernização do Mineirão para a Copa do Mundo de 2014. As obras do Mineirão são as mais adiantadas entre todos os outros estádios que sediarão jogos do mundial no Brasil. O ex-governador Aécio Neves e o prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda, participaram da visita ao Mineirão, nesta quarta-feira (28/07). As obras foram iniciadas, em janeiro, pelo então governador Aécio Neves e estão previstas para serem concluídas em dezembro de 2012, dentro do cronograma previsto pela Fifa.

Ricardo Teixeira afirmou que o cronograma das obras em dia classifica o Mineirão entre os estádios com melhores condições para receber a abertura da Copa. “Estou muito feliz por saber que Belo Horizonte, inegavelmente, é a sede que tem o estádio que está mais avançado não só no projeto, como em relação à obra. De forma que a expectativa é exatamente essa, que a participação do Mineirão seja bastante importante no contexto da Copa do Mundo de 2014”, afirmou o presidente da CBF.

Ricardo Teixeira ressaltou o empenho do governador Antonio Anastasia em garantir o andamento dos trabalhos de acordo com o previsto, e o rigor no cumprimento das exigências da Fifa.
“Queria agradecer ao governador Anastasia, porque efetivamente, desde o início, foi quem comandou este processo na parte administrativa com relação à sede de Minas Gerais. Sempre atendeu muito bem, a nós da Fifa, da CBF e do Comitê Organizador. Quero parabenizá-lo porque efetivamente demonstra a sua capacidade de gestão. Parabéns e boa sorte!”, disse Ricardo Teixeira.

O Mineirão já está na segunda fase de obras. Operários e máquinas estão dentro do estádio demolindo parte das arquibancadas inferiores e da geral. Nesta quarta-feira, foi iniciada a retirada do gramado que tem área de 8,25 mil metros quadrados. Em seguida, será iniciado o rebaixamento do campo do Mineirão em 3,5 metros para melhorar a visibilidade dos torcedores. Com capacidade para 65 mil pessoas, o Mineirão é o segundo maior estádio do país.

Cronograma em dia

O governador Antonio Anastasia ressaltou a importância da visita do presidente da CBF a Minas Gerais para confirmar o esforço do Governo do Estado em garantir o cumprimento do cronograma de obras de modernização do Mineirão. Segundo o governador, ainda este ano será iniciada a terceira e maior etapa da obra do estádio realizada em parceria com a iniciativa privada. Nesta fase, estão previstos investimentos de cerca de R$ 650 milhões. A obra de modernização do Mineirão será finalizada em dezembro de 2012, com ampliação da capacidade para 70 mil torcedores.

“Estamos dando continuidade às obras do Mineirão, tão importantes para Belo Horizonte e Minas, com o objetivo de mostrar que estamos dentro do cronograma. É o grande esforço que Estado e prefeitura têm feito para mostrar que Belo Horizonte quer ser não mais uma sede, mas de fato a melhor sede da Copa do Mundo de 2014 no Brasil, pleiteando naturalmente os grandes jogos. Esta segunda etapa, do rebaixamento do gramado ficará concluída até o final do ano, até novembro, e a partir de então o estádio começará sua grande obra. Em agosto, teremos a entrega da licitação da terceira etapa. Então, está tudo dentro do cronograma e eu espero que o acompanhamento feito pela CBF e pela Fifa seja sempre permanente até para mostrarmos o que estamos fazendo”, afirmou Antonio Anastasia.

Mineiros querem abertura em BH
Durante a vistoria às obras do Mineirão, Antonio Anastasia e Ricardo Teixeira, ao lado de Aécio Neves e Márcio Lacerda, assistiram à apresentação do arquiteto responsável pela obra, Gustavo Penna, sobre o andamento dos trabalhos e acompanharam a movimentação dos operários. Ricardo Teixeira também recebeu documento com 64 mil assinaturas do coordenador do Movimento Abre a Copa Mineirão, Wadson Ribeiro, com apoio de todos os clubes mineiros e da população para realização da abertura da Copa do Mundo em Belo Horizonte.

O ex-governador Aécio Neves destacou as ações do Governo do Estado em parceria com a Prefeitura de Belo Horizonte para dotar a capital mineira de infraestrutura adequada para sediar a abertura da Copa do Mundo.
“Na parte viária, desde o início do governo, fizemos a Linha Verde, a Antônio Carlos e, agora, o viaduto da Abrahão Caram, que é mais um acesso fácil ao Mineirão. Em relação à rede hoteleira, o prefeito Marcio Lacerda tem nos adiantado que inúmeros processos estão em andamento. Poderemos ter em torno de 4 a 5 mil novos leitos disponibilizados até a Copa do Mundo. A localização de Belo Horizonte é única. Ao lado dos principais grandes centros do Brasil, a locomoção dos torcedores que estarão no Brasil, a maioria deles é muito facilitada”, afirmou Aécio Neves.

Aécio Neves creditou a Antonio Anastasia e sua equipe de governo, o mérito do cumprimento do cronograma de obras do Mineirão. “A competência do governador Anastasia, enquanto vice-governador, na coordenação do projeto, como disse o presidente Ricardo Teixeira, foi fundamental. Queremos sim, eu digo com todas as letras, fazer aqui a abertura da Copa do Mundo”, disse Aécio Neves.

Mais investimentos para aeroporto
Durante a vistoria ao Mineirão, Aécio Neves cobrou investimentos do governo federal nas obras de ampliação do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, fundamental para aumentar a capacidade de recepção dos turistas e torcedores em Minas.

“Temos agora que aguardar que o governo federal faça as obras no aeroporto, que me parece o grande gargalo. Estamos buscando isso há muito tempo, não há ainda garantia dos investimentos nem para o terminal 1 e precisamos do terminal 2 para chegarmos na Copa do Mundo com capacidade para receber aqui cerca de 14 milhões de passageiros/ano”, afirmou.

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Minas na Frente: Ricardo Teixeira fala sobre vantagens do Mineirão para sediar a abertura da Copa de 2014

Publicado em 29 July 2010 por Minas em Pauta

Fonte: Coligação “Somos Minas Gerais”

Leia a entrevista de Ricardo Teixeira

Queria aqui agradecer a presença, desculpem a expressão, do desempregado Aécio aqui, mas eu não podia de maneira nenhuma deixar de convidar porque foi quem iniciou esse projeto todo. Queria agradecer ao governador Anastasia, aos presidentes de clubes, principalmente por terem a paciência de esperar a obra do Mineirão, não utilizando o estádio. Meu caro Márcio, prefeito de Belo Horizonte e efetivamente estou muito feliz por saber que Belo Horizonte, inegavelmente, é a sede e o estádio que está mais avançado não só no projeto, como com relação à obra. De forma que a expectativa é exatamente essa, que a participação do Mineirão seja bastante importante no contexto da Copa do Mundo de 2014.

Presidente, quais são os pontos positivos de Belo Horizonte e do Mineirão, por exemplo, para se fazer uma abertura da Copa, e o que ainda é negativo, que precisa ser melhorado, por exemplo, rede hoteleira…

Sobre a rede hoteleira é muito oportuno você me falar, porque eu tive um relatório já na África do Sul, o prefeito já tinha me feito esse relatório e aqui ele deu mais detalhes das perspectivas que têm, com relação à parte de empresas multinacionais que irão fazer hotéis novos aqui em Minas Gerais e em Belo Horizonte, que obviamente tem que ter um certo segredo empresarial, na medida em que essas empresas são investidores que não gostariam de ter seus nomes revelados, mas enfim, eu tenho convicção de que isto será sanado em Belo Horizonte com essa perspectiva, e nos próximos meses teremos contratos de grandes multinacionais da área de hotelaria, que estão interessados em fazer hotéis aqui.

Presidente, se Belo Horizonte está à frente de outros em termos de reforma, em termos de estrutura para a Copa, por que já não definir a cidade como sede da abertura da Copa do Mundo?

Porque a Fifa tem um cronograma e ela vai cumprir o cronograma dela. Na época oportuna de análise de todos os jogos importantes, de todas as chaves da Copa do Mundo, é que será definida a abertura e o fechamento. Não tem definida nem a abertura e nem o fechamento.

É a mais cotada, presidente, é favorita?

Pelo fato de ter iniciado, você há de convir comigo que ela já iniciou na frente dos outros, é a vantagem.

E a situação de São Paulo, como está?

São Paulo está com problema, porque São Paulo não tem estádio. São Paulo, hoje, para o comitê organizador, São Paulo não tem estádio apresentado para a Copa do Mundo, com relação nem a sede em si. Não há nenhum estádio que esteja definido em São Paulo para a Copa do Mundo.

Além de São Paulo outros três estados ainda não começaram as obras ou assinaram contratos para os estádios e em relação ao cronograma da Fifa estão atrasados. Alguma chance de não sediarem mais a Copa?

Isto não está mais em pauta até porque você tem estádios e estádios. Você tem estádios que necessariamente, como é o caso do Mineirão, como é o caso do Maracanã, provavelmente, como é o caso dos grandes estádios de mais de 60 mil lugares, que irão ter uma participação ativa, começando em 2013, enquanto que outros estádios só começarão em 2014, na Copa do Mundo.

O senhor acha que o Brasil está preparado mesmo e vai dar o exemplo para sediar a Copa do Mundo de 2014. Pode fazer uma copa do mundo melhor que a da África do Sul e Alemanha?

Não estamos preocupados em fazer Copa melhor nem que a Alemanha e nem que a África. Nós queremos fazer a Copa do Mundo com as características brasileiras e vai ser uma copa brasileira, com a alegria do nosso povo, com o amor que ele tem ao futebol. Não estamos preocupados em competir com a Alemanha, de 2006, não estamos preocupados em competir com a África, de 2010, nem com o eventual candidato de 2018. Queremos fazer a Copa do Brasil, uma copa bem feita.

Presidente, além dos estádios que são as estrelas da Copa do Mundo, também há outros problemas. O senhor já mencionou aeroportos, também tem a questão da mobilidade urbana. Quais são os principais problemas, além dos estádios, que o Brasil deve enfrentar para realizar uma Copa bem feita, eu diria até perfeita?

Vou plagiar o presidente da Fifa, Blatter, que quando estava dando uma entrevista agora, nos últimos tempos, e um jornalista coincidentemente brasileiro fez a mesma pergunta pra ele. Ele respondeu que não está preocupado com problemas. Ele está preocupado com as soluções.

Eu queria agradecer ao governador Anastasia, porque efetivamente ele tem, desde o início, foi quem comandou este processo na parte administrativa com relação à sede de Minas Gerais. Sempre nos atendeu a nós da Fifa e nós, da CBF, do Comitê Organizador, muito bem e quero parabenizá-lo governador, porque efetivamente se demonstra a sua capacidade de gestão. Parabéns e boa sorte!

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