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Anastasia abre 9ª edição do Festival Lixo e Cidadania que reúne catadores de material reciclável

Publicado em 18 August 2010 por Minas em Pauta

Fonte: Coligação “Somos Minas Gerais”

Na 9ª edição do Festival Lixo e Cidadania, governador destaca a importância social do movimento dos catadores presente, hoje, em 140 municípios mineiros

O governador de Minas, Antonio Anastasia, participou hoje (16/08) da abertura da 9ª edição do “Festival Lixo e Cidadania, Reciclando Atitudes”, que reunirá na capital mineira, esta semana, cerca de duas mil pessoas, entre eles catadores e ambientalistas de todo o país. O movimento dos catadores de material reciclável está presente em 140 municípios mineiros, dos quais 80 participam do festival juntamente com representantes de 16 estados brasileiros. Com o tema “Participar, agir, transformar”, o encontro pretende mobilizar a sociedade para a importância do desenvolvimento sustentável, o empreendedorismo e a educação ambiental.

Durante a abertura, foi assinado protocolo de intenções entre as prefeituras de Itaúna, Nova Lima e Machado e a Associação Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis para a inclusão dos empreendimentos dos catadores como prestadores de serviço na coleta seletiva. Foi anunciada, também, parceria entre o Instituto Coca-Cola Brasil e o Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas), por meio do Centro Mineiro de Referência em Resíduos, e a Ong Doe seu Lixo, de apoio às Cooperativas e Associações de Catadores de Material Reciclável, para a implantação de programa de coleta seletiva em 10 municípios mineiros.

O governador destacou a importância do movimento dos catadores de material reciclável para garantir dignidade e renda aos trabalhadores que atuam com reciclagem.
“Não há dúvida de que, entre todos os movimentos sociais que envolvem a população de rua, esse é um dos mais legítimos, ao permitir que a pessoa saia da condição de invisibilidade para ter respeito, dignidade e reconhecimento. É o empenho de cada um daqueles que participam do movimento que permite que ele tenha atingido esse patamar. Esse festival é o reconhecimento do valor social desse trabalho, que é fonte de renda e alternativa de vida digna”, ressaltou Antonio Anastasia em seu discurso.

Educação ambiental
O coordenador do Fórum Lixo e Cidadania, José Aparecido Gonçalves, afirmou que Minas está na vanguarda da política de resíduos sólidos e já é referência no país. Segundo ele, o festival é um grande instrumento de educação da sociedade para uma mudança de comportamento em relação ao lixo.

“Temos uma política estadual de resíduos sólidos que incorpora formalmente os catadores, enquanto agentes ambientais importantes na coleta seletiva. Minas sai na frente nessa questão. Temos de fortalecer essas ações para que cada município tenha suas organizações de catadores incorporadas formalmente nos programas de coleta seletiva”, afirma José Aparecido Gonçalves.

O governador Antonio Anastasia ressaltou a importância das parcerias com os diversos setores da sociedade em ações voltadas para a melhor destinação dos resíduos sólidos. O Festival Lixo e Cidadania – Reciclando Atitudes é realizado pelo Governo de Minas, por meio do Centro Mineiro de Referência em Resíduos, Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas), Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e Fundação Estadual de Meio Ambiente, em parceria com entidades representativas do segmento. Entre elas estão: o Fórum Estadual Lixo e Cidadania, Instituto Nenuca de Desenvolvimento Sustentável, Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis, Associação de Catadores de Papel, Papelão e Materiais Reaproveitáveis de Belo Horizonte (Asmare), entre outras.

Resíduos sólidos
O governador destacou a atuação do Centro Mineiro de Referência em Resíduos, criado de forma pioneira pelo Governo de Minas, com o objetivo de criar alternativas de transformação de resíduos em oportunidades de trabalho.

“Temos de agradecer e reconhecer às instituições da sociedade civil que acreditam nesse projeto. Estamos identificando metodologias. Eu próprio passei a aprender, nos últimos anos, exatamente, como é possível ter criatividade e alternativas tecnológicas e alternativas de qualidade de vida com os resíduos sólidos que temos. Então, este tipo de parceria é muito importante. É sempre bem vindo e, no Centro Mineiro de Resíduos, temos diversas parcerias. Todas elas bem vindas”, afirmou.

Criado em 2007, o Centro Mineiro de Referência em Resíduos é um espaço onde são oferecidos cursos e oficinas de capacitação em gestão de resíduos, desenvolvidas pesquisas e oficinas de educação ambiental. O centro já capacitou 220 participantes em gestão de resíduos de construção civil, de hospitais e postos de combustíveis, qualificou mais de 400 jovens e 60 técnicos ambientais.
“Temos uma política estadual de resíduos sólidos que incorpora formalmente os catadores, enquanto agentes ambientais importantes na coleta seletiva. Minas sai na frente nessa questão. Temos de fortalecer essas ações, para que cada município tenha suas organizações de catadores incorporadas formalmente nos programas de coleta seletiva”, afirma José Aparecido Gonçalves.

Arte e cidadania
Após a solenidade de abertura, Antonio Anastasia visitou exposição de artesanato produzido com material reciclado. O governador afirmou que o movimento garante reconhecimento e fonte de renda para os catadores que transformam produtos que aparentemente não tem valor em arte e cultura.

“Fiquei observando as belezas das peças, algo verdadeiramente único, que consegue transformar algo que aparentemente não tem valor em algo útil, bonito, que agrega valor e é arte, cultura. Esse trabalho garante renda, dignidade e inclusão daqueles que estão neste segmento”, reconhece o governador Antonio Anastasia.

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Aécio defende modelo adotado pelo Governo de Minas e UFMG na despoluição do Rio das Velhas em outros rios mineiros

Publicado em 18 August 2010 por Minas em Pauta

Fonte: Coligação “Somos Minas Gerais”

Implantação de Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) será compromisso do Plano de Governo de Antonio Anastasia

O programa de revitalização do Rio das Velhas adotado pelo Governo de Minas servirá de modelo para a recuperação e despoluição de outros rios do Estado. A proposta é do ex-governador Aécio Neves, candidato ao Senado Federal, que, eleito, assumiu o compromisso de trabalhar junto com o governador Antonio Anastasia e as prefeituras mineiras em defesa da recuperação da qualidade das águas dos rios mineiros.

Junto com o governador Antonio Anastasia, candidato reeleição, Aécio Neves visitou nesta terça-feira (17/08) o município de São Sebastião do Paraíso, no Sul do Estado, um dos municípios que formam a Bacia do Rio Grande.  Os dois candidatos receberam o apoio de 12 prefeitos da Associação dos Municípios da Microrregião do Médio Rio Grande(Ameg).

Aécio Neves afirmou que o Plano de Governo de Antonio Anastasia prevê a implantação de Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) nos rios que abastecem as bacias hidrográficas no Estado. Minas possui 36 bacias hidrográficas e é o estado conhecido como a caixa d`água do Brasil pela grande capacidade e localização estratégica de seus rios.

“O que nós buscaremos é identificar quais são os principais rios que precisam deste tratamento de resíduos antes de retornarem ao rio, para que a Copasa, em parceria com as prefeituras, possa fazer este trabalho, estendê-las a outras regiões do Estado. A Copasa tem a capacidade de investimento que as prefeituras não têm. A empresa pode ser uma grande aliada da população, não só aqui de São Sebastião do Paraíso, mas também de todo o Sudoeste do Estado”, afirmou o ex-governador.

Aécio Neves destacou que o Governo de Minas já demonstrou a capacidade em desenvolver programas de revitalização de bacias hidrográficas com a recuperação do Rio das Velhas, o maior projeto de despoluição de águas já realizado no Brasil. Nos últimos anos, foram investidos cerca de R$1,4 bilhão em ações para a revitalização da bacia, formada por 51 municípios desde a nascente na região de Ouro Preto até desaguar no São Francisco, em Várzea da Palma (Norte de Minas).

Em toda a bacia, foram construídas 22 Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs) e 11 estão em obras ou em fase de planejamento. Os recursos também são aplicados em ações manutenção e recuperação da cobertura vegetal, mobilização e educação ambiental das comunidades localizadas próximas aos rios.

Projeto Manuelzão
Maior afluente do Rio São Francisco, com 801 km de extensão, o Rio das Velhas vive hoje uma nova realidade com melhoria significativa da qualidade da água e o retorno de peixes em diversos trechos do rio. A despoluição do Rio das Velhas só foi possível em razão da iniciativa do Governo de Minas em assumir a revitalização como política do Estado.

Em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), ONGs e os municípios, o Governo de Minas e a Copasa desenvolveram o programa Meta 2010 com o objetivo de despoluir as águas do Rio das Velhas e permitir à população navegar, nadar e pescar. Idealizado pelo Projeto Manuelzão, da UFMG, o programa Meta 2010 conseguiu executar cerca de 60% dos objetivos.

Pesquisadores da UFMG já confirmaram o aumento do número de peixes ao longo do rio.  O biomonitoramento feito pela universidade demonstra que, no ano 2000, os peixes eram encontrados em 250 quilômetros da bacia hidrográfica a partir da foz.  Agora, mais de 100 espécies são encontradas num trecho de 580 quilômetros, se aproximando da Região Metropolitana de Belo Horizonte.

“O que fizemos foi uma ressurreição do rio, com o milagre da multiplicação de peixes. O trabalho que está sendo feito no Rio das Velhas é o único projeto de revitalização em toda a bacia no Rio São Francisco que conta com uma metodologia científica e também de articulação social”, afirmou o idealizador e coordenador do Projeto Manuelzão, Apolo Heringer.

O Rio das Velhas sempre foi considerado um dos rios mais poluídos de Minas por receber o grande volume de esgotos de Belo Horizonte e da Região Metropolitana. Ao todo, 51 municípios despejavam indiscriminadamente o esgoto no leito do rio. A preocupação com a despoluição do rio se tornou um programa Estruturador do Governo de Minas em 2007 e era continuidade com a adesão, no dia 14 de agosto, à Meta 2014.

“Chegamos à Meta 2010, agora temos o compromisso com a Meta 2014. Essa meta vai sempre se aperfeiçoando, porque um governo é sempre assim, ele nunca se exaure, ele nunca termina, ele sempre tem mais a fazer”, afirmou o governador Antonio Anastasia em entrevista.

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Anastasia quer ampliar para o interior de Minas os programas de capacitação profissional de catadores de materiais recicláveis

Publicado em 31 July 2010 por Minas em Pauta

Fonte: PSDB-MG

Antonio Anastasia apresentou proposta a representantes de 48 entidades de trabalhadores que vivem da reciclagem e grupos de defesa dos moradores de rua de 40 municípios mineiros

O governador Antonio Anastasia afirmou hoje que, reeleito, levará para as cidades do interior de Minas Gerais os programas de capacitação profissional de catadores de materiais recicláveis desenvolvido pelo Governo do Estado. O modelo será o mesmo desenvolvido no Centro Mineiro de Referência em Resíduos, implantado em Belo Horizonte, pioneiro no Brasil como núcleo de projetos voltados para o consumo consciente e a reciclagem de resíduos. O foco principal é a participação de jovens em ações para a melhoria da qualidade ambiental e a geração de trabalho e renda.

O compromisso foi assumido em reunião nesta sexta-feira (30/07), na capital, com representantes de 48 entidades de trabalhadores que vivem da reciclagem de resíduos e também de grupos de defesa dos moradores de rua de 40 municípios de todas as regiões de Minas. Durante o encontro, Antonio Anastasia também recebeu documento com propostas das entidades.

“O primeiro passo é o processo vigoroso de qualificação profissional. Já temos isso com o Centro Mineiro de Referência em Resíduos, na capital. Temos que estender ao interior essa experiência, que são cursos permanentes de formação que permitem que cada vez mais os catadores tenham renda. Eles podem não ter o emprego formal de carteira assinada, mas têm dignidade, têm trabalho, são produtivos e têm uma colaboração muito efetiva na questão ambiental. O primeiro passo fundamental seria esse, e depois discutir também questões que foram aqui faladas, como segurança pública, educação e saúde”, disse o governador Antonio Anastasia.

Em Minas Gerais existem 101 associações de catadores de materiais recicláveis, em 116 municípios. Essas associações representam 20 mil catadores. No Brasil, estima-se que existam entre 600 mil e 800 mil catadores, sendo que 81 mil deles estão ligados ao Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis.

Qualificação profissional

Desde 2008, 339 estudantes do ensino médio da rede pública estadual concluíram o curso de Gestão e Negócios de Resíduos, inédito no Brasil, oferecido pelo Centro Mineiro de Referência em Resíduos. Em agosto, mais 70 pessoas se formam.

No ano passado, outro projeto do Governo de Minas, a Usina do Trabalho, também qualificou 280 catadores de 15 municípios.

O Centro Mineiro de Referência em Resíduos entregou 318 equipamentos, para associações e cooperativas de 56 municípios. Os equipamentos foram financiados com recursos do Governo de Minas e somam R$ 633 mil. O Centro apoia, também, prefeituras em projetos de coleta seletiva de lixo.

Lei Mineira inovadora

Outra inovação do Governo de Minas foi a Lei 18.031, instituída em 2009. Ela define a política estadual de resíduos sólidos, reunindo normas sobre o assunto em um único texto legal. Entre outros pontos, a lei estabelece para os entes públicos a obrigação de editar normas com objetivo de dar incentivo fiscal, financeiro ou de crédito para programas de gestão integrada de resíduos, em parceria com organizações de catadores de material reciclável.

Para os representantes dos catadores, o governador Antonio Anastasia reúne as qualidades para dar seguimento às políticas estaduais criadas para atender este segmento.

“O Aécio Neves sempre deu suporte para a nossa classe. Tanto que Minas foi o primeiro Estado a criar uma lei de resíduos sólidos. E acreditamos que o professor Antonio Anastasia vai dar continuidade às políticas, fazendo até mais”, disse Eduardo Pereira, da Associação dos Catadores de Papel de Bocaiúva (Ascabov).

Lixões

Entre 2007 e 2009, o Governo de Minas investiu R$ 15 milhões em ações visando a destinação correta do lixo. A meta é que 60% da população mineira seja atendida com disposição adequada de lixo até 2011. Hoje o percentual é de 46,8% da população.

Apenas em 2009 foram erradicados 93 lixões no Estado. A previsão é de que outros 11 sejam erradicados até o final do ano.

Para a diretora da Coperativa de Reciclagem e Trabalho de Itaúna (Coopert), Madalena Rodrigues, conhecida como Madá, as melhorias aparecem no trabalho e na qualidade de vida. “Quando o povo participa e o governador ouve a gente, tudo fica melhor”, afirmou.

Durante o encontro em Belo Horizonte, o governador Antonio Anastasia assistiu à apresentação teatral “O Catavento” do grupo “Cara e Coragem”, formado por catadores de materiais recicláveis. Em seguida, Antonio Anastasia ouviu as reivindicações de representantes de vários movimentos, como o Fórum Estadual Lixo e Cidadania, Pastoral Nacional do Povo de Rua e Movimento Nacional dos Catadores.

“Cada vez mais, o governo precisa criar uma visão diferente desta parcela da população, que tem menos acesso às questões formais, como documentos e residência. É uma mudança de cultura. Já há passos favoráveis, mas temos que mudar muito ainda neste sentido”, ressaltou.

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Campanha de Antonio Anastasia é a primeira do Brasil a adotar Carbono Zero e criar compensação ambiental

Publicado em 21 July 2010 por Minas em Pauta

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Antonio Anastasia adota ‘carbono zero’ na campanha que irá adotar medidas para neutralizar a emissão de gases do efeito estufa

Publicado em 21 July 2010 por Minas em Pauta

Fonte: Coligação “Somos Minas Gerais”

Campanha de Antonio Anastasia é a primeira do Brasil a adotar “carbono zero”

A campanha eleitoral da coligação “Somos Minas Gerais” será a primeira no Brasil a adotar medidas para neutralizar a emissão de gases do efeito estufa, dentro do conceito “carbono zero”. Todas as atividades de impacto ambiental da campanha, como o consumo de energia elétrica, combustível, papel, plástico, entre outros, serão compensados com o plantio de árvores. A medida foi anunciada, candidato à reeleição, governador Antonio Anastasia, na manhã desta terça-feira (20/07), durante abertura do Comitê Central dos candidatos da coligação, em Belo Horizonte. Antonio Anastasia, o ex-governador Aécio Neves, candidato ao Senado, se reuniram no local com importantes ambientalistas.

“Vamos fazer uma inovação. Vamos colocar em nosso plano de governo, de tal modo que o Estado progressivamente vá adotando a chamada economia de baixo carbono. Todos somos testemunhas de como o clima tem se modificado no mundo e aqui entre nós também. Prejudica a agricultura, prejudica a nossa qualidade de vida. Todos temos de ter hoje esse compromisso com o meio ambiente. Estamos aqui com a presença de grandes nomes, inclusive brasileiros, na área ambiental, com esse propósito”, disse o governador Antonio Anastasia.

Plantio de árvores

O plantio das árvores para compensar a emissão de gases será realizado pela coligação “Somos Minas Gerais” em parceria com a empresa de reflorestamento Plantar. A neutralização do carbono reduz no ambiente o impacto de gases como o dióxido de carbono, responsáveis pelo efeito estufa e pelas mudanças climáticas.

A compensação será feita da seguinte forma: a partir de um levantamento dos gastos em todos os comitês da campanha – desde número de carros, quilômetros percorridos, litros de combustíveis até uso de papel, energia elétrica e água consumidas e produção de lixo – é feito um cálculo sobre o número de árvores que devem ser plantadas para neutralizar o impacto ambiental provocado.

A quantidade e espécies das árvores a serem plantadas são indicadas por uma empresa especializada e certificada pela ONU dentro dos critérios do Protocolo de Kyoto. A medição da emissão de carbono será feita pela Fundação SOS Mata Atlântica, que tem a metodologia para esse tipo de cálculo.

Referência no país

O coordenador da Fundação SOS Mata Atlântica, Mario Mantovani, elogiou o pioneirismo da campanha da coligação “Somos Minas Gerais” e afirmou que o exemplo deve ser seguido por outras campanhas eleitorais em todo o país. Mantovani também destacou que a

“A campanha de carbono neutro é referência não só em Minas, mas no Brasil, porque não tem outra como esta. Então temos que aprender com isso. Onde há um compromisso como esse, há um compromisso com a cidadania e com a vida”, afirmou.

A presidente da Amda, Maria Dalce Ricas, destacou que as entidades ambientais serão fundamentais para a execução das medidas adotadas pela campanha do Carbono Zero.

“Não podemos deixar de prestigiar e de apoiar essa ideia, porque realmente esperamos que ela se torne até uma marca de outras campanhas. Felizmente, em Minas Gerais está saindo à frente na campanha do governador Anastasia e ex-governador Aécio Neves”, afirmou.

Apoio de ambientalistas

O encontro no Comitê Central contou com a presença de grandes especialistas sobre o meio ambiente no Brasil, o coordenador do Projeto Manuelzão, professor Apolo Heringer Lisboa; o paleontólogo Cástor Cartelle e o ambientalista Ângelo Machado, da Fundação Biodiversitas; além do secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e ex-ministro do Meio Ambiente, José Carlos Carvalho.

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Anastasia faz cooperação com Fundação Jacques Cousteau para educação ambiental em recursos hídricos

Publicado em 21 June 2010 por Minas em Pauta

O governadorAntonio Anastasia assinou, nesta quinta-feira (17), no Palácio Tiradentes, na Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves, protocolo com a Fundação Jacques Cousteau estabelecendo cooperação técnico-científica para o desenvolvimento e execução de programas e projetos voltados para a pesquisa, conservação e educação ambiental, com prioridade para os temas ligados aos recursos hídricos em Minas Gerais.

“Somos um estado com grande riqueza nos recursos hídricos e, por isso, a importância dessa parceria com uma fundação tão renomada”, destacou o governador em seu pronunciamento.

Governo Antonio Anastasia, através das Secretarias de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superiore de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), e a Fundação Jacques Cousteau se comprometeram, com o protocolo, a estabelecer ações e mobilizar suas unidades e seus serviços para o desenvolvimento dos programas de pesquisa.

A presidente da Fundação, Francine Cousteau, viúva do comandante Jacques Cousteau, destacou que não poderia haver melhor momento para firmar a parceria com Minas Gerais e celebrar a memória de Cousteau, já que neste ano de 2010 se comemora seu centenário.

“O Brasil começa a dar um exemplo para mundo no cuidado com seus recursos hídricos. E é uma alegria estar junto com Minas Gerais, através de ações concretas como esta que assinamos hoje, porque o trabalho que fazemos agora é para as gerações futuras, para nossos filhos, netos e bisnetos”, afirmou.

Centro Cousteau

Durante a solenidade, o governador autorizou o Departamento de Obras Públicas do Estado de Minas Gerais (Deop/MG), em acordo com a Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), a ceder um terreno para a implantação do Centro Cousteau para as Águas e do Centro Unesco-Cousteau de Ecotecnia, ao lado do Instituto Hidroex em Frutal, no Triângulo Mineiro.

O secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alberto Portugal, explicou que a parceria com a Fundação Cousteau para novos estudos sobre os recursos hídricos consolida em Minas uma das principais estruturas para pesquisas sobre águas do Brasil e da América Latina. “A Fundação Cousteau é mais um parceiro que irá atuar, ao lado do Governo de Minas, da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Empraba) e da Agência Nacional de Águas, nas pesquisas em Frutal”, destacou.

O governador Antonio Anastasia condecorou ainda a Fundação Cousteau, através de sua presidente, com a Medalha da Inconfidência, maior comenda oferecida pelo Governo de Minas.

Hidroex

A implantação do Centro Cousteau para as Águas e do Centro Unesco-Cousteau de Ecotecnia, em Frutal, foi autorizada nessa quarta-feira (16) pelo Ministério de Ciência e Tecnologia. As duas estruturas irão funcionar de maneira integrada, instaladas fisicamente ao lado do Instituto Hidroex, em Frutal.

O Centro de Ecotecnia desenvolverá técnicas e programas para a recuperação e preservação de áreas degradadas. Centros semelhantes já foram implantados em 13 países. No caso da unidade de Frutal, o trabalho será voltado para a restauração do Cerrado Brasileiro. Já o Espaço Cousteau para as Águas vai abrigar uma ampla exposição das atividades desenvolvidas por Jacques Cousteau.

O Hidroex foi idealizado para ser o difusor de conhecimento sobre a questão das águas para a América Latina e a África e para atuar na recuperação de biomas estratégicos, com chancela da Unesco. A proposta para a implantação do Hidroex foi apresentada pelo Governo de Minas, com apoio do governo federal e também de entidades do terceiro setor e organismos internacionais ligados ao meio ambiente. Em maio de 2008, o projeto foi aprovado no Conselho de Hidrologia da Unesco. Em outubro de 2009, durante a conferência geral da Unesco, foi referendado.

Centenário de Cousteau

Várias homenagens estão sendo realizadas em diversas partes do mundo para comemorar o centenário do militar, oceanógrafo e explorador francês Jacques Cousteau, nascido em junho de 1910. Capitão da marinha francesa, Cousteau desenvolveu veículos subaquáticos e, juntamente com o engenheiro Émile Cagnan, inventou o aqualung, cilindro portátil de ar comprimido para usar debaixo d’água.

Criou também a câmera de TV submarina. Seus estudos foram fundamentais para a exploração de petróleo no mar do Norte e para a pesquisa dos hábitos de muitas espécies de animais. Com a câmera subaquática, registrou em inúmeros filmes, suas viagens a bordo do barco Calypso, do qual se tornou comandante em 1950.

Fez vários documentários de longa-metragem, entre eles “O Mundo do Silêncio” (1955), que ganhou o Oscar e a Palma de Ouro do Festival de Cannes. Outro documentário, “O Mundo sem Sol” (1964), também foi premiado com o Oscar. Em suas pesquisas pelo mundo, que incluíram diversas viagens ao Brasil, demonstrou extrema preocupação com a manutenção do equilíbrio da ecologia e com a preservação das espécies. Faleceu em 25 de junho de 1997.

O governador Antonio Anastasia destacou a importância das pesquisas realizadas por Cousteau e ressaltou que ele continua sendo um grande exemplo. “A nossa missão é colocar para cada mineiro o sonho e o trabalho de Cousteau na preservação da nossa terra”, afirmou.

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Governo Antonio Anastasia inaugura a exposição “Arte em Resíduos”

Publicado em 14 June 2010 por Minas em Pauta

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Governo Anastasia organiza exposição de resíduos na Semana do Meio Ambiente

Publicado em 10 June 2010 por Minas em Pauta

A beleza da transformação de resíduos em artes plásticas pôde ser apreciada na noite dessa terça-feira (8), em Belo Horizonte, no lançamento da exposição ‘Artes em Resíduos’. O evento marcou o início da Semana do Meio Ambiente de Minas Gerais, que será realizada até o dia 13 de junho, em diferentes espaços da Capital, e é uma promoção do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema), por meio da Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam).

A mostra é resultado do trabalho do artista plástico Eymard Brandão sobre cores, texturas e outras propriedades de resíduos siderúrgicos, desenvolvido no âmbito do Projeto Arte e Resíduos pela Feam, com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). “O meu trabalho sempre foi norteado pelo uso de materiais não tradicionais e o reaproveitamento dos resíduos revela as possibilidades de transformação da matéria em arte”, explicou. Os 30 painéis expostos foram feitos de materiais como pó de grafite, sucatas de metais e moinha de carvão vegetal, com pigmentos naturais fixados sobre compensados de portas.

Durante o evento, o secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, José Carlos Carvalho, ressaltou a importância das manifestações culturais nos processos de transformação de comportamentos e atitudes. “A questão ambiental é multidimensional e tem interfaces com as dimensões econômicas, sociais, institucional e cultural. É no âmbito da dimensão cultural que nós iremos fazer a mudança da mentalidade da sociedade na sua relação com a natureza”, afirmou.

O presidente da Feam, José Cláudio Junqueira, também ressaltou a importância do projeto no contexto de uma economia sustentável, na qual os resíduos devem ser valorizados em vários processos produtivos, inclusive, para a construção de obras de arte. “O resultado são painéis que concretizam a idéia e expressam a possibilidade de harmonia entre os resíduos, que pela beleza apresentam grande potencial a ser explorado também na indústria de revestimentos e decoração”, destacou.

Junqueira ressaltou ainda o trabalho da Feam na gestão de resíduos, destacando a elaboração dos Inventários de Resíduos Sólidos Industriais e Minerários e o programa Minas sem Lixões, que permitiu que a disposição final adequada dos resíduos sólidos urbanos no Estado aumentasse de 18%, em 2003, para 50%, em 2009.

A exposição “Arte e Resíduos” ficará aberta ao público de 9 de junho a 8 de julho, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, no CMRR – rua Belém, nº 40, bairro Esplanada, Belo Horizonte. A entrada é gratuita.

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Governo Anastasia organiza seminário internacional que mostrará resultados do uso sustentável das florestas

Publicado em 08 June 2010 por Minas em Pauta

Representantes de 14 países das três Américas, Caribe, África e Europa estarão em Minas Gerais, nesta terça (8) e quarta-feira (9), para o Seminário Iberoamericano Conhecendo Florestas Modelo. No evento, promovido pelo Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema), por meio do Instituto Estadual de Florestas (IEF), serão apresentados os resultados que vêm sendo obtidos em diversos países do mundo na promoção da utilização sustentável e conservação dos recursos florestais.

O evento reunirá em São Lourenço, no Sul do Estado, os integrantes das Redes Internacional e Iberoamericana de Florestas Modelo, conceito que tem a finalidade de promover a conservação e a utilização sustentável dos recursos florestais e ecossistemas associados. Assim, as comunidades locais são incentivadas ao uso integral destes recursos, através de associações que desenvolvam atividades produtivas, educativas e de pesquisa.

A abertura do evento será nesta terça-feira (8), às 9h, no  Hotel Central Parque de São Lourenço (rua Mello Viana, nº 28, Centro) e terá a presença do secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, José Carlo Carvalho e do diretor-geral do IEF, Shelley Souza Carneiro.

O conceito de florestas modelo surgiu no Canadá e, atualmente, existem 55 florestas modelo em 23 países. Minas Gerais possui as duas únicas florestas modelo do Brasil: da Mata Atlântica e de Pandeiros (Áreas de Preservação Ambiental do Rio Pandeiros, Coxa e Gibão, no município de Januária). As áreas foram reconhecidas pela Rede Iberoamericana em 2005.

Com o projeto de florestas modelos, o IEF desenvolve experiências para estimular as comunidades locais a manter suas atividades econômicas em harmonia com a biodiversidade. Os moradores locais são encorajados a participar de cursos de treinamento para capacitação e aprimoramento nas áreas de ecoturismo, fabricação de mobiliário, apicultura, criação de animais silvestres e artesanato.

A Floresta Modelo da Mata Atlântica teve seu núcleo na Floresta Estadual de Uaimií, no município de Ouro Preto, mas está sendo expandido para outras regiões do Estado onde há ocorrência do bioma. No Pandeiros, há um incentivo para o desenvolvimento da agricultura, da pecuária de pequeno porte e formação de florestas sociais de produção para gerar alternativas de trabalho e renda para a população local, reduzindo a demanda por madeira para uso nas propriedades e para produção de carvão.

O trabalho desenvolvido na região de Pandeiros já apresentou resultados positivos. A região, muito carente, apresentava altos índices de desmatamento e, desde o início do programa de desenvolvimento sustentável de Pandeiros, em 2004, que foi o embrião para sua transformação em floresta modelo, foi possível reduzir a zero o desmatamento ilegal na região.

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Biocombustível: Emater estimula agricultor familiar a plantar mamona no Norte de Minas

Publicado em 02 June 2010 por Minas em Pauta

Agricultores familiares de Claro dos Poções, no Norte de Minas, estão provando que é possível conciliar o plantio de oleaginosa para a fabricação de biocombustíveis com o cultivo de culturas básicas praticadas em suas propriedades. Nas comunidades rurais de Candeias, Brejão, Riachinho, Leite e São José, Boa Sorte, Cassianópolis, Barra do Rio Traíras, Água Boa e Quebra Ovo, entre outras; muitas famílias, 15 delas cadastradas no Projeto de Biocombustíveis da Petrobras, estão plantando mamonas em consórcio com feijão, milho, quiabo e abóbora. A atividade é incentivada pelo Governo Antonio Anastasia por meio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG), que desenvolve trabalho com esse fim, em parceria com a Universidade Federal de Lavras (Ufla), prefeitura municipal, associações comunitárias e Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável (CMDRS).

Waldir Gonçalves Cardoso, da comunidade de Cassianópolis, que fica a cinco quilômetros do centro urbano de Claro dos Poções, é um exemplo de agricultor familiar local que aderiu à prática e não se arrepende. Em uma área de três hectares ele plantou e colheu mamona, feijão, abobora e milho e já prepara nova empreitada no mesmo terreno. Gonçalves afirma que colheu mais de cinco mil quilos de mamona. Vendeu o grão da oleaginosa e também comercializou parte do feijão, milho e abobora que foram colhidos. O restante deixou pra consumo familiar. “Com certeza vou continuar plantando desta forma. E ainda vou ter uma terra mais adubada, pois a mamona é boa pra isso”, afirma ao ser indagado se pretende continuar usando a técnica.

Segundo o engenheiro agrônomo da Emater-MG local, Alvimar de Souza Eleutério, o plantio de mamona vai além das vantagens financeiras imediatas, resultantes da venda da oleaginosa para a Petrobras. É também uma excelente forma de adubação orgânica para o solo, principalmente, em casos como os do Norte de Minas, onde o período de chuvas é mais curto. Alvimar explica que o pé de mamona tem uma raiz profunda que permite levar água e nutrientes para a terra, sendo assim, uma boa alternativa para enfrentar esta limitação do clima regional. “Por ter uma raiz que pode chegar a mais de dois metros de profundidade, a mamona possibilita a infiltração da água e leva mais nutrientes para o solo, além de melhorar o controle de pragas.”, argumenta.

Alvimar ainda afirma que a experiência de plantar mamona em consórcio com outras culturas não é uma novidade. Ela é utilizada há cerca de cinco anos no município, antes mesmo do Projeto de Biocombustíveis, implantado em 2007. Pelo contrato firmado, a Emater-MG mantém parceria com a Petrobras para atender aos produtores de mamona nas atividades de orientações técnicas, cadastramento e distribuição de sementes e sacarias para o acondicionamento da oleaginosa.

A Emater-MG trabalha com o Projeto de Biocombustíveis em cerca de 60 municípios do Norte de Minas. Em todos eles, a orientação é pelo estímulo ao consórcio com outras culturas, garante o coordenador técnico regional da Emater-MG de Montes Claros, Reinaldo Nunes de Oliveira. A proposta, segundo Nunes, é conciliar o cultivo da oleaginosa, usada como matéria-prima de biodisel, com culturas usadas para a alimentação humana e animal. “Trabalhamos para estimular o plantio de culturas de subsistência. O agricultor familiar não tem muita área, então ele tem de consorciar. Por isso os arranjos produtivos com a mamona são importantes e feitos conforme a realidade de vida deles. A ideia é que ele encare a produção de alimentos como um meio de sustento e a produção de mamona como uma espécie de poupança para outras despesas. Muitos têm aderido a esta orientação”, sustenta.

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